segunda-feira, 31 de agosto de 2009

POLITICA NACIONAL - PROTESTO


Luciano Pires

Há cinco anos, inconformado com a situação política do nosso país decidiu fazer seus protestos utilizando na internet a “paródia”, velha arma para criticar os maus feitos e desmandos de autoridades. Pra isso utilizou sua inteligência e o seu bom humor, aliado a uma boa dose de inspiração, muita pesquisa e amigos colaboradores técnicos musicais, coreógrafos e de animação. Visite o portal abaixo, veja uma forma inteligente de protestar.

Nascido em Bauru-SP, em 1956, formou-se em Comunicação em 1977 pela Universidade Mackenzie em São Paulo.
A experiência como jornalista e os 26 anos que atuou como executivo de uma multinacional (12 dos quais na função de Diretor) propiciaram uma visão privilegiada da dinâmica do mundo dos negócios e do comportamento das pessoas que desempenham papéis de liderança. Cartunista premiado, se tornou colunista de vários sites, revistas e jornais, além de produzir e apresentar o programa Café Brasil na rádio Mundial FM (95,7 FM) em São Paulo e apresentar comentários diários no Transnotícias, programa da rádio Transamérica .
Lançou em julho de 2002 seu terceiro livro , O MEU EVEREST, que descreve sua aventura de caminhar em abril de 2001 até o campo base do Everest, no Nepal. Em 2003 lançou seu 4º livro , BRASILEIROS POCOTÓ - Reflexões sobre a Mediocridade que Assola o Brasil, já na sua 7º edição. E em 2009 lançou NÓIS...QUI INVERTEMO AS COISA, uma bofetada nos brasileiros que parece que perderam a capacidade de indignar-se com os desmandos políticos, sociais e empresariais do país.

Mantém hoje um portal bastante popular (www.lucianopires.com.br) com enquetes, fórum, artigos, vídeos, rádio e uma variedade de conteúdo focado nas questões da educação e da luta contra o emburrecimento do Brasil.

A partir do contéudo de seus textos, Luciano transformou-se num dos grandes palestrantes brasileiros, que marca suas apresentações pelo bom humor, idéias provocativas e uso extensivo dos recursos multimídia.

- Se me perguntarem quem sou e o que faço, digo que sou um cartunista interessado na provocAÇÃO, inspirAÇÃO, inovAÇÃO e na transformAÇÃO das pessoas. Reflexão com ação. Só assim venceremos a mediocridade.




GRANDES VULTOS – HERÓIS DA PÁTRIA.

II Guerra Mundial

Brava gente brasileira

Ex-combatentes da FEB contam histórias de terror vividas nos campos da Itália e prisões alemãs e lamentam, 70 anos depois do começo da guerra, a falta de reconhecimento para a sua luta

Gustavo Werneck

Os olhos que já viram guerra e paz também podem passar da alegria às lágrimas na velocidade de uma metralhadora. Assim tem sido a vida de Amynthas Pires de Carvalho, de 89 anos, natural de Nova Lima, na Grande BH, que, aos 24, embarcou para a Itália naquele distante, mas tristemente inesquecível, 1º de julho de 1944. Dono de memória prodigiosa, ele guarda, ainda bem quentes, as tenebrosas lembranças dos seis meses em que ficou prisioneiro, em Munique, do Exército alemão. Nessa cidade, comeu o legítimo pão que o diabo nazista amassou. Na ração diária distribuída aos presos, recebia seis batatinhas cozidas com a casca, chucrute e um pedaço de pão preto.

Felizmente, ressalva Amynthas, não houve torturas. “Como os brasileiros integravam o 4º Corpo do 5º Exército dos Estados Unidos, os alemães respeitavam e não mexiam muito comigo.” Mesmo assim, ninguém podia vacilar. “Todo o campo em que eu estava era cercado de arame farpado eletrificado, tinha muitos cachorros, guardas 20cm maiores do que nós, torres de controle, Deus me livre de fugir…” Tomar banho era uma tragédia. Numa daquelas madrugadas geladas, o mineiro estava todo ensaboado, sob o chuveiro, quando foi obrigado a sair correndo, já que, às 5h, os nazistas faziam o seu disparo habitual, atirando na direção do acampamento e salve-se quem puder. O resultado foi ficar até o dia seguinte com o sabão no corpo. Nesses meses, o soldado aprendeu frases inteiras do idioma inimigo, e, de brincadeira, dispara algumas como se estivesse no front.

Do conflito mundial, ficou uma única lição: “A de que a gente deve valorizar mais a vida. A guerra não serve para nada, é algo terrível. Todo mundo sofre. Lembro-me muito bem das crianças, durante os combates na Itália, nos oferecendo as suas irmãs em troca de comida”, conta Amynthas. Depois do entusiasmo para relatar suas batalhas, o atual 3º sargento reformado chora convulsivamente. “O Brasil se esqueceu dos pracinhas. Tive que lutar muito, pedir mais ainda, para conseguir essa promoção, que demorou décadas para chegar”, critica.

Conquistas

O país, via Força Expedicionária Brasileira (FEB), mandou para o teatro de operações da Itália 25.334 combatentes. Em sua arrancada para a vitória, os pracinhas conquistaram com destaque, entre outras, as cidades de Monte Castelo e Montese, sendo que, em Collecchio e Fornovo, cercaram e aprisionaram a 148ª Divisão de Infantaria Alemã.

Na sede da Associação Nacional dos Veteranos da FEB (Anvfeb), em Belo Horizonte, onde há um bem-montado museu, que fica aberto de segunda a sexta-feira, das 13h às 17h, Amynthas se encontra com amigos velhos de guerra. Eles reveem os retratos antigos e as pinturas de batalhas, conferem as metralhadoras, contam casos e desfiam queixas. “É triste ver que apenas três presidentes brasileiros visitaram o Cemitério Votivo, em Pistoia, onde os brasileiros foram enterrados. Lula já foi à Itália duas vezes e preferiu se encontrar com jogador de futebol a pôr os pés lá, numa total desconsideração com a memória brasileira”, critica o capitão reformado Divaldo Medrado, que, aos 22 anos, era 3º sargento e comandante de um grupo de combate.

O capitão Medrado também sofreu na pele os horrores do conflito. E mantém as marcas. Em 12 de dezembro de 1944, ele levou 13 tiros de uma metralhadora alemã MG.42, a temida “Lurdinha”, apelido em homenagem à máquina de costura da irmã de um soldado e que tinha “um matraquear” idêntico ao da arma. “Apenas dois tiros entraram no meu ombro e tive que voltar de imediato ao Brasil.” Natural de Ibirité, Geraldo Campos Taitson, de 88, embarcou aos 21 como integrante da 3ª Companhia do 11º Regimento de Infantaria de São João del-Rei. O seu “batismo de fogo” se deu em 29 de novembro de 1944, no primeiro e mal-sucedido ataque brasileiro à cidade de Monte Castelo. “Só conseguimos a vitória no quarto ataque, em 21 de fevereiro de 1945. Guerra só traz desgraça”, resume.

A cobra fumou

Mas sempre há lugar para a camaradagem entre os amigos e recordações que enchem o coração de patriotismo e de conquistas, a exemplo dos dois lemas criados para levantar o moral da tropa. O primeiro deles é “a cobra fumou”, que, atualmente, significaria “o bicho pegou”. Naqueles tempos, explica Medrado, ninguém acreditava que o Brasil iria à guerra, “era tão impossível quanto uma cobra, que odeia fumaça de cigarro e cheiro de nicotina, dar um trago”. Mas ocorreu exatamente o contrário, orgulha-se. Já “senta a pua” era próprio da Força Aérea Brasileira (FAB) e fazia referência ao ataque direto e decisivo ao inimigo, como se a ponta do avião de combate, durante um voo rasante, girasse em parafuso para lançar bombas. Histórias dos pracinhas e dados sobre a campanha brasileira estão disponíveis no site www.anvfeb.com.br, criado pelo vice-presidente da Anvfeb, Roberto Rodrigues Graciani, em homenagem ao seu pai, Raul Graciani (1918-2000), da bateria de comando da artilharia divisionária/FEB, e a todos os veteranos.

Retrato de três heróis

Mineiros, jovens, cheios de sonhos e de vida. Mas veio a guerra e os levou para bem longe da terra natal, para o outro lado do Oceano Atlântico, a Itália, onde tiveram que enfrentar os alemães e seus canhões, as noites geladas e a brutalidade do front. Quando o mundo lembra os 70 anos do início da Segunda Guerra, vale a pena conhecer mais sobre essa história e reverenciar o ato de bravura de três soldados. Geraldo Baêta da Cruz, 28 anos, natural de Entre Rios de Minas, Arlindo Lúcio da Silva, de 25, de São João del-Rei, na Região dos Campos das Vertentes, e Geraldo Rodrigues de Souza, de 26, de Rio Preto, na Zona da Mata, morreram como heróis na cidade italiana de Montese, onde ocorreu uma das mais sangrentas batalhas do conflito mundial com a participação da FEB.

De acordo com os registros, os três pracinhas integravam uma patrulha, quando se viram frente a frente com uma companhia alemã composta de 100 homens. Era 14 de abril de 1945. Eles receberam ordens para se render, mas continuaram em combate até serem metralhados – o detalhe é que, em vez da vala comum, mereceram as honras especiais do Exército alemão. Admirado com a coragem e resistência do trio, o comandante nazista mandou enterrá-los e colocar, sobre a cova, uma cruz e placa com a inscrição: Drei Brasilianische Helden ou “três heróis brasileiros”. Terminada a guerra, seus restos mortais foram trasladados para o Cemitério de Pistoia, na Itália, e depois para o Monumento aos Pracinhas, no Aterro do Flamengo, Rio de Janeiro (RJ). Mereceram as condecorações Medalha de Campanha (participação na guerra), de Sangue do Brasil (quando há ferimento) e Cruz de Combate (feitos de destaque).

No coração de familiares e amigos ainda está a marca do dia da convocação dos jovens para a guerra e, depois, no caso dos três mineiros, do trágico comunicado sobre a morte. “Foi horrível e doloroso para todos nós. No mês seguinte à partida de Geraldo Baêta, minha mãe sofreu um derrame cerebral e morreu. Uma vizinha ouviu no rádio que o navio em que ele estava fora a pique. Só que a mulher confundira tudo, era mentira, o meu irmão prosseguia viagem”, conta Natanaela Baêta Morais, de 84 anos, casada, moradora do Bairro de Lourdes, em Belo Horizonte. Numa caixa, ela guarda todas as cartas e medalhas conquistadas nos campos da Itália.

Enquanto abraça a foto do irmão, “que era arrimo da família de 10 filhos”, Natanaela conta que Geraldo Baêta nunca ficou sabendo que a mãe morrera tão rapidamente: “Achamos melhor não falar nada”. As cartas não paravam de chegar e, numa delas, o pracinha fez uma brincadeira com a mãe, dona Sinhá, dizendo que arrancaria e traria o bigode de Hitler para ela escovar o sapato. “Foram meses muito tristes, nossa família se reunia para chorar”, recorda-se Natanaela, certa de que os jovens precisam conhecer esses episódios para valorizar mais a participação dos brasileiros no conflito mundial.

Fonte: Resenha C Com S Ex (29 Ago 2009) – Correio Brasiliense.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

POLITICA NACIONAL - PARA CONHECIMEN TO E REFLEXÃO.

Reparem no homem de camisa verde no início da gravação. Se trata do nosso atual Presidente da República o Sr LUÍS INÁCIO LULA DA SILVA, que ao perceber que a filmagem foi iniciada se esconde, saindo de cena.

Este filme, gravado por João Salles retrata uma reunião entre José Dirceu (Cassado pela CPI do Mensalão, Bruno Maranhão (que invadiu o Congresso), Lula, Luiz Gushiken - Ministro Chefe da Casa Civil (acusado de participação em desvio de Verbas), Gilberto Carvalho (acusado de proteger Sombra, um dos prováveis envolvidos na morte de CELSO DANIEL) e o atual Ministro da Fazenda Guido Mantega.

Ao ser perguntado o senhor LULA, continua a dizer que não sabe de nada.

Amigos, se o ex - Presidente Getúlio Dornelles Vargas tivesse de discursar à população brasileira, talvez iniciasse assim: “Trabalhadores do Brasil, a situação política nacional está uma porcaria, nossos atuais políticos são todos corruptos, gostam de enganar o povo, por os acharem trouxas, otários e ignorantes, que se deixam enganar, vendendo o trocando seu voto por pequenas dádivas. Por isso valorizem o seu voto, saiba escolher o seu candidato em 2010.”

Preste bem atenção, veja o assunto do qual José Dirceu trata.

Reparem na sua preocupação em não ser gravado.

E que o Grande Arquiteto do Universo proteja o nosso BRASIL!

Vamos nos conscientizar exigir que a nossa Constituição seja respeitada, precisamos fazer uma "faxina" nos nossos governantes, comecemos na próxima eleição.

video

GRANDES VULTOS – HERÓIS DA PÁTRIA .


Por ALLAN P. SCOTT

- Ex Correspondente de Guerra

- Um Garimpeiro da História


Foram localizadas e identificadas duas ossadas de vítimas da Guerrilha do Araguaia
.

O Ministério da Defesa e o Ministério da Justiça estão de parabéns.Os méritos todos são do Ministro Vannuchi da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, que persistiu na sua cruzada pela busca da verdade histórica. Num cemitério de Manaus foi localizado o túmulo do Sargento do Exército MÁRIO ABRAHIM DA SILVA, e num cemitério de Belém também foi encontrado o túmulo do Cabo do Exército ODILO CRUZ ROSA.

Pelas perfurações nas ossadas,constatou-se que os dois jovens foram atingidos à queima-roupa, provavelmente em cruéis emboscadas, sem meios de defesa, sendo assassinados friamente.

Transcrito do site "A verdade sufocada" - A história que a esquerda nãoquer que o Brasil conheça.

Abrindo os ARQUIVOS DA DITADURA, verificamos que o jovem Cabo ROSA servia em Belém e fora deslocado para a região do Araguaia, onde iria, cumprindo o seu dever, defender o solo brasileiro que estava ameaçado por uma agressão de origem estrangeira. Barbaramente assassinado, foi a primeira vítima daquele episódio histórico.

Segundo também os ARQUIVOS DA DITADURA, o jovem Sargento ABRAHIM era de Manaus, que em operações de defesa interna foi covardemente assassinado a sangue-frio, por terroristas apátridas que desestabilizavam a paz na região de Xambioá.

Esperamos que as autoridades constituídas agilizem os processos para que as famílias desses dois HERÓIS sejam indenizadas e recebam as pensões especiais que têm direito,por ISONOMIA àqueles outros casos já reconhecidos pela justiça.
(25 de Agosto de 2009)



quarta-feira, 26 de agosto de 2009

MAIS PIADAS - PARA ALEGRAR NOSSO DIA.

Amigos, para aqueles que se acham "leigos" em informática...

Veja o que aconteceu num Suporte Técnico de Informática.

Caso “A”

Problema exposto pelo usuário: - Não consigo imprimir. Cada vez que tento, o computador diz: “Não é possível encontrar a impressora.

Já levantei a impressora e coloquei-a em frente ao monitor para ele ver, mas o computador continua dizendo que não consegue encontrá-la. O que faço?

Caso “B”

O suporte atente: - Serviço ao Manual da HP. Sérgio falando. Em que posso ser útil?
Usuário: - Tenho uma impressora HP que precisa ser reparada.'
Suporte: - Qual modelo?

Usuário: - É uma Hewlett-Packard...
Suporte: - Isto eu já sei. Preciso saber se é colorida ou preto e branco. Usuário: - É bege!
Caso “C”

O suporte atente: - Bom dia. Posso auxiliar em alguma coisa?
Usuário: - Não consigo imprimir.
Suporte: - Por favor clique no botão “Iniciar” e...
Usuário: - Caaalma aí! Não use termos muito técnicos, não sou o ''Bill Gates”!

Caso “D”

Usuário: - De repente aparece uma mensagem na minha tela que diz clique
“Reiniciar” , que devo fazer?
Suporte: - O senhor deve apertar o botão solicitado, desligue e ligue novamente.
Usuário: Ato contínuo desliga o telefone na cara do atendente e novamente liga para o suporte. Perguntando: - Pronto e agora o que eu faço?
Caso “E”

Usuário: - Tenho um grande problema. Um amigo meu colocou um protetor de tela no meu computador, mas a cada vez que mexo no mouse, ele desaparece!!!'

Caso “F”

Suporte: - No que posso ajudar?
Usuário: - Estou escrevendo o meu primeiro e-mail.
Suporte: - OK, qual é o problema?
Usuário: - Já fiz a letra “a”, como é que eu faço o circulo em volta dela pra fazer o tal arroba?
Caso “G”

Suporte: - Provedor de Internet, bom dia. O que deseja?
Usuário: - Moço, a Internet também abre aos domingos?
Caso “H”

Depois de algum tempo falando com o atendente do suporte.
Suporte: - O que é que tem do lado direito da tela?
Usuário: - Uma samambaia!
Suporte: Permanece em silêncio.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

PIADAS

Só pra rir um pouco.


01. NO DEPARTAMENTO DE IMIGRAÇÃO

- Sexo?

- 3 vezes por semana.

- Não... eu quero dizer masculino ou feminino.

- Não importa.

02. COMO UM TOURO


Uma mulher, toda boazuda, vai ao médico:

- Doutor: queria que fizesse algo pelo meu marido... Algo que o fizesse

ficar como um touro!

- Pois bem, dispa-se. Vamos começar pelos chifres.

03. TRANSA MÁGICA

Um cara chega para uma mulher e diz:

- Tá afim de uma transa mágica?

A mulher pergunta:

- Como é uma transa mágica?

Ele diz:

- É muito simples, a gente transa e depois você desaparece.


04. FESTA DE ARROMBA

O menininho pergunta pra mãe:

- Mamãe! Por que você é branca, papai é negro e eu sou japinha...

- Ah, meu filho! Se você soubesse a festa que houve naquele dia...você
deveria estar contente por não latir.



05. MÉDICO

O sujeito vai ao médico, caindo de bêbado. Durante a consulta, vêm as
perguntas de praxe:

- Nome?

- Juvenal dos Santos!

- Idade?

- 32 anos.

- O senhor bebe?

- Vou aceitar um gole, mas só pra te acompanhar!

06. AS MÃES

A mãe americana encontra uma lata de cerveja na bolsa da filha e
pergunta para si mesma:
- Será que minha filha está bebendo?
A mãe italiana encontra um maço de cigarros na bolsa da filha e se
questiona:

- Será que minha filha começou a fumar?

E, como não poderia faltar, a mãe portuguesa encontra uma camisinha na bolsa da filha, e se pergunta:
- Meu Deus! Será que minha filha tem pinto???!!!

07. VELHOS

Dois velhinhos conversando:

- Você prefere fazer sexo ou comemorar o Natal?
- Sexo, claro! Natal tem todo ano, enjoa.


08. TRABALHO

No consultório, fim de tarde, o médico dá a péssima notícia:
- A senhora tem seis horas de vida.
Desesperada, a mulher corre para casa e conta tudo para o marido. Os
dois resolvem gastar o tempo que resta da vida dela fazendo sexo. Fazem
uma vez, ela pede para repetirem. Fazem de novo, ela pede mais. Depois
da terceira vez, ela quer de novo.
E o marido:

- Ah, Ana, chega! Eu tenho que acordar cedo amanhã. Você não!


09. MARIMBONDO


A portuguesinha de 10 anos vai pescar com o pai e volta com o rosto
todo inchado.
A mãe, assustada, pergunta:
- Minha filha, que houve?
- Foi um marimbondo, mamãe...
- Ele te picou?

- Não deu tempo, o papai matou ele com o remo.


10. BICICLETA

Dois gaúchos pedalavam suas bicicletas pelo campo. Um deles pergunta:

- Bah tchê, onde conseguiste essa tua magnífica bicicleta?
O segundo respondeu:

- Estava eu a pé, caminhando ontem por aí, quando surgiu uma guria com esta bicicleta. Ela atirou a bicicleta ao solo, despiu toda a roupa e disse-me:

- 'Pegue o que quiser'.

O outro:

- Bah, escolheste bem. Provavelmente a roupa não te serviria.


11. VELHOS (2)


O médico atende um velhinho milionário que tinha começado a usar um
revolucionário aparelho de audição:

- E aí, seu Almeida, está gostando do aparelho?
- É muito bom.

- Sua família gostou?

- Ainda não contei para ninguém, mas já mudei meu testamento três vezes.


GRANDES VULTOS – HERÓIS DA PÁTRIA.

Duque de Caxias.


Pelos serviços prestados ao Brasil, Caxias recebeu as principais honrarias
Luís Alves de Lima e Silva nasceu em 25 Ago 1803, na fazenda de Tuquaru, perto da vila de Porto da Estrela, hoje Duque de Caxias-RJ. Frequentou a Academia Militar de 1818 a 1821, quando foi promovido a Tenente, e participou da guerra da independência na Bahia, em 1823, como Ajudante do Batalhão do Imperador. No posto de Capitão, comandou as linhas avançadas na campanha da Cisplatina, de 1815 a 1825. De volta ao Rio de Janeiro, foi promovido a Major e assumiu o comando do Batalhão do Imperador até a abdicação de D. Pedro I, em 1831.
Constituída a regência trina provisória, da qual participou seu pai, Major Francisco de Lima e Silva, Caxias reprimiu diversos movimentos contra o novo governo. Colaborou com o ministro da Justiça, depois regente, Diogo Antônio Feijó, na organização do batalhão de policiamento da corte e no comando do corpo de guardas municipais permanentes.


Pacificador.

Caxias notabilizou-se sobretudo por reprimir com mão de ferro os movimentos populares de rebeldia contra o governo imperial. Em 1832, sufocou a Abrilada. Nomeado presidente do Maranhão e comandante das forças imperiais em 1839, combateu a revolta conhecida como Balaiada. Conseguiu assim impor a pacificação das províncias do Maranhão e do Piauí, pelo que foi agraciado com o título de Barão de Caxias, em 1841.
Em 1842 eclodiu a revolução liberal em São Paulo e Minas Gerais, que Caxias reprimiu com facilidade e entrou em Sorocaba, onde enfrentou seu antigo chefe, o padre Feijó. Em Minas Gerais, destacou-se no combate de Santa Luzia, decisivo para a vitória.
Nomeado presidente da província do Rio Grande do Sul, que desde 1835 se achava conflagrada, e comandante de armas, reorganizou as forças imperiais e infligiu séria derrota aos rebeldes em Ponche Verde, em 1843. A vitória assegurou sua escolha, pelo imperador, como senador pelo Rio Grande do Sul, mandato que exerceu juntamente com o pai, Francisco de Lima e Silva, caso único na história do império e da república.


Guerra do Paraguai.

Em 1851 Caxias foi nomeado comandante em chefe das forças no Sul, onde liderou a campanha contra Juan Manuel Rosas, na Argentina, e Manuel Oribe, no Uruguai, executando o plano militar em paralelo com a ação diplomática do Marquês de Paraná. Ao fim da campanha, foi promovido a Tenente-General.
Na situação conservadora que se prolongou até 1862, ocupou importantes funções: duas vezes Ministro da Guerra, presidente do conselho e chefe do gabinete conservador a 02 Mar 1861, ocupando a pasta da Guerra. Em 1862, elevado a Marquês, foi promovido a Marechal do Exército. Com a vitória dos liberais, concentrou suas atividades como conselheiro de guerra, cargo que exercia desde 1858.
A difícil crise surgida em 1866, na guerra do Paraguai, após a derrota de Curupaiti, levou o governo, então chefiado por Zacarias de Góis e Vasconcelos, a nomear Caxias para a chefia das forças brasileiras. Sua ação foi reforçada pela nomeação do Almirante José Joaquim Inácio, Visconde de Inhaúma, para o Comando Naval.
Superadas as dificuldades criadas por divergências com autoridades brasileiras e os contatos com o comando supremo que, pelo Tratado da Tríplice Aliança, caberia a Bartolomé Mitre, Caxias reformulou em novas bases a campanha militar, com o avanço das tropas em formação cerrada, auxiliado por um gigantesco esforço da engenharia militar e pelas informações trazidas por balões de reconhecimento. Foi a primeira vez que o Exército brasileiro usou balões para observar posições inimigas.
Caxias destacou-se nessa campanha por sua capacidade como estrategista e por sua bravura pessoal, em especial na passagem do Itororó, em que venceu a hesitação dos soldados, colocando-se na linha de frente para incitar ao seguimento da batalha. O afastamento de Mitre, forçado a voltar à Argentina pelo falecimento do Vice-Presidente, ampliou sua ação.
A campanha final, a chamada Dezembrada, que teve lugar em fins de 1868, impôs ao inimigo as vitórias de Avaí e Lomas Valentinas, que liquidaram as últimas possibilidades de resistência de Solano López. Quase esgotado fisicamente, Caxias, já com 65 anos de idade, entrou vitoriosamente em Assunção a 05 Jan 1869. Com a saúde abalada, retornou ao Rio de Janeiro onde recebeu o título de Duque em 23 Mar 1869.
Caxias foi o único brasileiro a atingir o ducado e a merecer a Grã-Cruz da Ordem de Pedro I, Fundador do Império do Brasil. A república continuou a venerar sua memória. Em 1923, o Exército consagrou a data de nascimento de Caxias como Dia do Soldado, e em 1953, por ocasião do sesquicentenário de seu nascimento, instituiu a Medalha do Pacificador. Em 1962, o governo proclamou-o patrono do Exército brasileiro.
Após longo tempo, Caxias voltou à vida política e foi nomeado conselheiro de estado em 1870. Assumiu a chefia de governo em 25 Jun 1875, como presidente do conselho e Ministro da Guerra. Coube-lhe a tarefa de encerrar a Questão Religiosa com a concessão da anistia aos bispos. Retirou-se então para sua fazenda de Santa Mônica, na vila de Desengano, hoje Barão de Juparanã (distrito do município de Valença-RJ), onde faleceu em 07 Mai 1880.




sexta-feira, 21 de agosto de 2009

PARA CONHECIMENTO E REFLEXÃO.

Documento nº 198 – 2009, do Grupo GUARARAPES.


O Brasil vive uma época terrível. Só temos palavras negativas para o momento atual. São elas: MENTIR – ROUBAR – FALTA DE ÉTICA, DE MORAL, DE CARÁTER – FALTA DE RESPEITO AOS VALORES DE UMA SOCIEDADE SADIA – e mais.

Quais as razões que levam o GRUPO GUARARAPES a afirmar tal descalabro? Falta de “DEMOCRACIA”. DEMOCRACIA é o cumprimento da LEI. No Brasil não existe lei para bandido de colarinho branco ou político canalha. Eles estão acima do bem e do mal. A politicagem governa e a canalha se aproveita. É GUERRA EM QUARTO ESCURO E TODOS COM FOICE NA MÃO. BRASIL não existe. Vamos provar rapidamente.

Todos falam que não são candidatos e todos são. Mentirosos! O Presidente, em avião do Governo, com a sua candidata a tiracolo, lançando o PAC. A Justiça diz que não é propaganda, pois não existe candidato. Mentirosos! O CURRICULUM VITAE de um ministro afirma que tem cursos que não realizou. MAIS MENTIRA E CONTINUA MINISTRO. Os jornais publicam fotografias de políticos abraçados que se atacaram publicamente, atingindo a família e a honra. Falta de MORAL E DE ÉTICA. O SENADO DA REPÚBLICA perdeu o respeito da população brasileira. Fala-se que é um valhacouto ou abrigo de marginais. Meu DEUS! E OS VALORES DA SOCIEDADE E DA FAMÍLIA? E o que está por trás disto tudo? Resposta: 2010.


Para ganhar em 2010, vende-se a alma, mata-se a mãe e perde-se o que resta de vergonha. Beija-se a mão de quem roubou, de quem destruiu a honra. Compram-se votos com dinheiro, com cargo, com bolsa família, com verba, matando (o ex-prefeito de Santo André) e juntam-se canalhas, bandidos, pulhas, ladrões, rufiões, sacripantas, num saco de estrume para ganhar. O BRASIL que vá para o Inferno.

Só pode haver dois candidatos: o do governo, que passa por cima de tudo e da oposição que será esmagado pela mídia e pelos cofres da República. E o BRASIL que vá para o inferno.

Qualquer outro candidato não pode existir. Se aparecer será cooptado. Muda de residência, ou, se resistir, terá sua vida política esmagada.

Padre pode se tiver vários filhos como o do Paraguai. Militar nunca. É prepotente, fala a verdade, não gosta de ladrão nem de corrupto.

QUAL A SOLUÇÃO para salvar o BRASIL da quadrilha que o assaltou? Juntar os bons, os cacos da sociedade ferida e enfrentar a canalha com coragem e lançar um HOMEM DIGNO. Ainda existe? Sim. Como um exemplo, citaríamos o General Augusto Heleno. Um homem de bem, preparado, que coloca o Brasil acima de qualquer coisa. Capaz de se sacrificar pelo seu País, como já tem demonstrado em toda a sua carreira profissional.

E a par disso, uma consideração indispensável. É preciso não eleger nem reeleger nenhum desses políticos que aí estão sem moral, pululando em qualquer dos três poderes da República. Voltaremos ao assunto, de que pretendemos fazer bandeira, como única maneira de salvar a Nação brasileira.


ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº 12 58 93, Cartório do 1º registro de títulos e documentos, em Fortaleza. Somos 1.749 CIVIS – 49 da Marinha – 471 do Exército – 49 DA Aeronáutica; total 2.318. In memoriam30 militares e 2 civis. batistapinheiro30@yahoo.com.br www.fortalweb.com.br/grupoguararapes Fortaleza-CE 18/08/2009

SALVEMOS O BRASIL!