quarta-feira, 28 de junho de 2017





ANIVERSARIANTES DO MÊS DE JULHO.
Prezados Irmãos e amigos.

     Aniversariam no corrente mês os seguintes militares, veteranos e dependentes
:
Dia 03 Jul – Sd NESTOR Morais Rodrigues;
Dia 08 Jul – Sd Res Não RMU Gilson Silva SILVA;
Dia 09 Jul – Sra Ana Cristina Silva Sousa, esposa do Sd Res Não RMU Raimundo Vieira Souza;
Dia 10 Jul –  3ºSgt Rfm JOLSON da Mota e Silva;
Dia 16 Jul -  Sd Res Não RMU Fábio dos Santos Rocha;
Dia 18 Jul – Cb RES Não RMU Igor da Silva TOUTA;
Dia 20 Jul – Sd Res Não RMU Edson dos Santos Silva;
Dia 20 Jul – Sd Res Não RMU Manoel GLIEDIMAR dos Santos Vaz;
Dia 21 Jul – Sd Res Não RMU JULIANO Tavares Soares;
Dia 21 Jul – Sd Res Não RMU Raimundo Vieira Souza;
Dia 31 Jul – Sra Grasileide Climaco Aguiar, esposa da Sd Rfm Raimundo José Oliveira GONÇALVES.

  Que o Grande Arquiteto do Universo continue a iluminar os passos dos nossos aniversariantes, que neste novo ciclo de suas existências tenham muita paz, saúde e felicidade. São os votos da grande família “Associação de Veteranos do 53ºBIS”  



REUNIÃO NO 53º BIS - CONVITE

     O Cmt do 53º Batalhão de Infantaria de Selva e Presidente da Associação dos Veteranos do 53ºBIS Sr Cel Inf QEMA Roberto Wanderley GUARINO Júnior, convida:
     a) Oficiais, Subtenentes e Sargentos da reserva remunerada e não remunerada e reformados que tenham servido no Btl, pelo prazo mínimo de 02 (dois) anos; 
     b) Cabos e Soldados da reserva remunerada e não remunerada e reformados que tenham servido no Btl, pelo prazo mínimo de 03 (três) anos.  
     A comparecerem no aquartelamento do 53º BIS no dia 18 Jul 13:45 hs, a fim de participarem da reunião onde serão tratados os assuntos seguintes:
         - Alterações no Estatuto da Associação de Veteranos do 53º BIS;
     - Preenchimento de funções dos cargos vagos da Diretoria;
     - Participação da Associação dos Veteranos no desfile cívico militar de 07 de setembro;
     - Outros assuntos que se fizerem necessários.



REAJUSTE SALARIAL PARA OS MILITARES DAS FFAA – Transcrito do Blog MONTEGO.COM

Geralda Doca - O Globo

BRASÍLIA - O ministro da Defesa, Raul Jungmann disse em entrevista ao programa "Forças do Brasil" da rádio Nacional que o governo vai reajustar o salário dos militares das Forças Armadas, de forma a assegurar a esses servidores paridade salarial das demais carreiras de Estado. O aumento será escalonado, segundo o ministro. Os percentuais estão sendo discutidos entre a Defesa e a equipe econômica com a participação dos comandantes da Aeronáutica, Marinha e do Exército - como uma espécie de contrapartida à reforma da Previdência dos militares.
— Estaremos dando um salto em termos de carreira, em termos salariais e em termos de resgate do poder de compra dos militares no Brasil. Evidentemente, que será parcelado ao longo do tempo, mas vai voltar a colocar os militares em paridade com as demais carreiras de Estado que hoje ganham muito mais do que os nossos efetivos — disse o ministro.
Jungmann destacou que os salários dos militares estão defasados. Ele disse que o reajuste salarial virá acompanhado por uma ampla revisão da carreira nas Forças Armadas.
A proposta de reforma da Previdência dos militares, no entanto, somente será enviada ao Congresso depois da aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 287 que altera as regras previdenciárias dos civis. Mas com a crise política, deflagrada pelas delações da JBS e que atingiram o presidente Michel Temer, a previsão é que a PEC seja aprovada só no segundo semestre.
Jungmann defende a fixação de idade mínima para a transferência para a reserva (aposentadoria no jargão militar), mas os militares insistem no aumento do tempo na ativa dos atuais 30 anos para 35 anos (homens e mulheres). Já está definido que soldados, cabos e pensionistas passarão contribuir para o regime.
Atualmente, os militares transferidos para a reserva continuam recolhendo para o sistema, mas na pensão por morte a contribuição é suspensa. Soldados e cabos também não recolhem, o que vai mudar.
Também é consenso que a contribuição atual, de 7,5%, vai subir. Mas deverá ficar abaixo dos 11% pagos pelos servidores civis.
Na entrevista, o ministro disse que a carreira militar é diferente de outras categorias. Ele destacou que esses servidores têm dedicação exclusiva, não podem ter outro emprego, filiar a sindicatos, fazer greves e não têm direito a benefícios trabalhistas, como o FGTS.
— É uma vida de sacrifícios, compromisso e muita dedicação. Os militares não podem ter outro emprego como as demais categorias. Por isso, acumulam patrimônio de forma lenta — disse Jungman.

EXTRA/montedo.com

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