quarta-feira, 5 de maio de 2010

PARA CONHECIMENTO E REFLEXÂO - UMA LIÇÃO DE VIDA.

Honra ao Mérito! De Engraxate a General!


LEIAM ESTA LIÇÃO DE VIDA, REPASSEM, PARTICULARMENTE PARA OS JOVENS.


Brasília – Na mais recente promoção de oficiais-generais, ocorrida em 31 de março último, a ascensão ao generalato do Coronel de Intendência Expedito Alves de Lima representa, em sua plenitude, o acesso democrático que o Exército proporciona a todos os cidadãos brasileiros que almejam a carreira das armas. Abandonado pelo pai, juntamente com mais seis irmãos, e criado somente pela mãe, o jovem Expedito foi obrigado a trabalhar desde muito cedo para prover o seu sustento e da família. Admitido como engraxate no Centro Social do Regimento Santos Dumont, nas instalações do 26º Batalhão de Infantaria Paraquedista, em 1966, com apenas 10 anos de idade, o humilde paraibano, morando no Rio de Janeiro, teve a oportunidade de conviver com as atividades castrenses e, particularmente, receber orientação, apoio e acompanhamento nos estudos por parte de Oficiais e Sargentos do Regimento.
Diariamente, o pequeno estudante e trabalhador frequentava a Companhia de Suprimento e Manutenção de Paraquedas – atual Batalhão DOMPSA –, onde, num local conhecido por “baiuca”, prestava serviços de limpeza dos “boots” dos militares que se preparavam para o lançamento aeroterrestre. Ali fez grandes amigos e foi acompanhado e orientado por muitos integrantes da OM para prestar o concurso da Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx). Parte do dia estudava e em outra trabalhava no quartel, participando também de algumas atividades militares, principalmente da educação física. Toda a sua dedicação e sua perseverança, aliadas ao apoio e incentivo que recebeu, foram premiadas com sua aprovação no concurso da EsPCEx para o ano de 1972. A partir daí, o jovem engraxate iniciou uma carreira militar coroada de êxito, que chega ao ápice neste momento de sua promoção a oficial general, o mais alto círculo de oficiais das Forças Armadas. Em sua lembrança, a gratidão ao Exército e àqueles que o acolheram e nele confiaram é patente. Dentre tantos que o apoiaram e incentivaram, lembra-se do Maj Dias, primeiro comandante a recebê-lo na “baiuca”, do Cel Becker, Cel Rodrigues, Cel Valdir, do “Carvalhinho”, “Cavuca”, Amaro, Jair, “Milico”, Elias, Barcelos e, com carinho especial, do Sargento Menezes, que sempre acompanhava seu desempenho escolar. Recorda-se, também, do então Capitão Carvalho – já falecido, como coronel da reserva – comandante da Cia Sup Mnt Pqdt, que lhe forneceu a autorização para entrar e sair do aquartelamento. Guarda, com muita emoção, em seu coração, o momento de passagem de comando desse oficial, quando o engraxate foi o escolhido pela OM para entregar a lembrança de despedida ao capitão. Esse momento também foi a sua despedida da “baiuca”, pois dali seguiu para a EsPCEx, para iniciar sua vitoriosa carreira militar. Por tudo isso que representa, como militar e como cidadão, o General Expedito não poderia deixar de ser destacado pelo NE como Um Belo Exemplo.


OS MILITARES E OS CIVIS DO GRUPO GUARARAPES, EMBORA COM NATURAL MODÉSTIA, ENCHEM-SE DE ORGULHO POR SUA EXTRAORDINÁRIA ORGANIZAÇÃO, SEMPRE A SERVIÇO DA PÁTRIA: O EXÉRCITO BRASILEIRO – UM DOS MAIORES EXEMPLOS DE DEMOCRACIA
DESTE PAÍS. REGISTRE-SE QUE FATOS COMO ESSE NÃO SÃO RAROS. NUMA BATERIA DE UM GRUPO DE ARTLHARIA, EM FORTALEZA, LÁ PELOS MEADOS DO SÉCULO PASSADO, DOIS SOLDADOS RECRUTAS, AMBOS DE ORIGEM HUMILDE, POR SEUS CARACTERES E VALOR PESSOAL, FIZERAM CARREIRA E CHEGARAM A DISTINGUIR-SE COMO OFICIAIS DE ESCOL. DURANTE SUA VIDA COMO MILITAR DA ATIVA, O COORDENADOR GERAL DO GRUPO GUARARAPES CONHECEU MUITOS CAMARADAS, FILHOS DE ALFAIATE, DE SAPATEIRO, AGRICULTOR, DE PRAÇAS DO PRÓPRIO EXÉRCITO, DE PROFISSIONAIS DOS MAIS MODESTOS NA ESCALA SOCIAL.
NO EXÉRCITO BRASILEIRO TODOS SÃO BRASILEIROS. NÃO HÁ ÍNDIO, PRETO, BRANCO, POBRE OU RICO; HÁ, SIM, O QUE NASCEU NA TERRA SANTA CHAMADA BRASIL.
GENERAL EXPEDITO ALVES LIMA Vossa Excelência é a personalidade atual do Exército. Vossa Excelência é a VITÓRIA DO MÉRITO. Vossa Excelência sobrepujou a mediocridade. Venceu pela competência, adquirida no ESTUDO, conquanto todos os sacrifícios envolvidos para sobreviver.

PARABÉNS DO GRUPO GUARARAPES!
GENERAL TORRES DE MELO
COORDENADOR GERAL DO GRUPO GUARARAPES.
DOC -121 - 2010


A AV/53ºBIS cumprimenta o Exmo Sr Gen Expedito Alves Lima, pelo exemplo demonstrado ao longo de sua vida, uma lição que serve de orientação aos mais jovens, demonstra que com perseverança, força de vontade, competência no estudo, qualquer brasileiro, por mais humilde que tenha sido sua origem, pode ser um vitorioso.

sábado, 1 de maio de 2010

ANIVERSARIANTES DO MÊS DE MAIO.

Aniversariam no corrente mês os seguintes associados:

Dia 02 – 3ºSgt Lic José Francisco Silva de SOUZA.

Dia 03 - Cb Inf Rfm WAGNER Dias Almeida.

Dia 04 - 3ºSgt QE da reserva Macdonald LOBATO Braga.

Dia 08 - Sd Lic ALFREDO Fernando Barbosa de Brito.

Dia 10 – 3ºSgt QE da reserva ANTONIO José da Silva.

Dia 11 – 3ºSgt Inf Lic EVENILSON Mourão Aranha.

Dia 11 - Sd Lic Francisco MARQUES da Silva Filho.

Dia 12 - Sd Lic RODRIGO de Brito Sousa.

Dia 13 - Cb Inf Lic Raimundo Nonato Azevedo MORENO.

Dia 14 - Sd Lic Edvaldo Marinho PEDROSO.

Dia 15 - 3ºSgt Inf Lic Janio de Oliveira FROTA.

Dia 17 – 3ºSgt Int Lic David Rocha DE ALMEIDA.

Dia 18 – 3ºSgt QE da reserva LINDOMAR José Rodrigues dos Santos.

Dia 19 – Sra. Maria do Perpétuo Socorro Couto Barata, esposa do 3ºSgt QE da reserva Raimundo Teixeira Barata.

Dia 20 - Sd Lic ROSENILDO Bezerra de Araújo.

Dia 21 - Sd Lic PAULO SÉRGIO Nascimento de Lima.

Dia 25 - 3ºSgt Inf Lic Leonilson BEZERRA Rosa.

Dia 26 – Sra. Marlúcia Couto da Silva, esposa do 3ºSgt QE da reserva Antonio José da Silva.

Dia 28 – Cap QAO Rfm Alfredo Cândido CASTELLO BRANCO.


Que o Grande Arquiteto do Universo proteja e ilumine os passos dos nossos aniversariantes, que consigam em todos os dias deste no ciclo a paz, a saúde, a harmonia no lar e o êxito nas suas atividades. São os votos da grande familia "Veteranos do 53ºBIS".

PARA CONHECIMENTO - SEMANA DO EXÉRCITO - ALMOÇO NO 53ºBIS.

ALMOÇO NO 53ºBIS

Dando continuidade as comemorações alusivas a Semana do Exército, o 53ºBIS ofereceu no dia 23 Abr último, um almoço de confraternização e de homenagem aos aniversariantes do bimestre março/abril. A banda do Btl animou a festa tocando musicas populares contribuindo para o clima de alegria reinante entre os participantes.

A AV/53ºBIS se fez presente ao evento com uma pequena representação chefiada pelo Cap Rfm CASTELLO BRANCO.


Oficiais e demais participantes do almoço entoam em primeira mão a canção "Dragões da Selva",

adaptação brasileira da canção da LegiãoEstrangeira Francesa "Dragões do Ar".


Componentes da AV/53ºBIS presentes ao evento: da esquerda para a direita, Cb Res TIAGO, 3ºSgt QE

ZILMO, Sd Res MACIEL, 3ºSgt QE LOPES, BARATA e TEIXEIRA.



Panorama geral do evento


Nota: Pedimos desculpas pelo atraso das publicações relativas a Semana do Exército, informamos que o material fotográfico só chegou ao nosso poder no dia 30 Abr a noite.

PARA CONHECIMENTO - MEMÓRIA.


SOBRE AS FORÇAS ARMADAS

André Soares

Mestre em operações militares e diretor-presidente de Inteligência Operacional

Comemora-se em 8 de maio o Dia da Vitória, data do término da Segunda Guerra Mundial (1939-1945). É um excelente ensejo para a sociedade brasileira refletir sobre a realidade de nossas forças armadas, porquanto a próxima guerra se avizinha. Se por um lado o Brasil se orgulha de ser um país pacifista, de honrar os lemas “ordem e progresso” da sua bandeira nacional e de se tornar uma potência mundial, por outro lado se esquece que a soberania nacional tem um elevado custo e a história demonstra que o povo que não for disposto a lutar pela sua paz, não a merece.

"Si vis pacem, para bellum” é uma antiga e sábia expressão latina que significa “se queres a paz, prepara-te para a guerra" – porque ela sempre vem. Infelizmente, nossos governantes ao longo da nossa história se embriagaram com a estupidez de achar que o pacifismo e o não imperialismo nacionais imunizariam o Brasil contra as guerras, como se essa fosse uma decisão exclusivamente unilateral.

Desde o término da guerra do Paraguai (1870), o destino nos tem proporcionado o usufruto de um período sem guerras, que estamos retribuindo com a ingratidão de mais de um século com as nossas Forças Armadas, lançadas ao ostracismo operacional. Nesse interregno, tivemos na segunda guerra mundial um evidente episódio do despreparo militar nacional, pois a participação da nossa Força Expedicionária Brasileira (FEB) naquele conflito armado foi salva exclusivamente pela bravura e heroísmo dos nossos pracinhas. Entretanto, se são eles os únicos brasileiros em mais de 100 anos que realmente combateram na guerra em defesa do país, hoje não recebem sequer a devida reverência da pátria amada.

Atualmente, sob o ponto de vista de emprego militar para a defesa nacional, as Forças Armadas brasileiras são não operacionais. Isto significa que são capazes de lutar, mas não de vencer, porque tropas operacionais são forjadas nas lides do emprego em combate, e não dentro dos quartéis. Esse é o contexto das Forças Armadas brasileiras, cuja situação é idêntica ao cirurgião que nunca operou, ao engenheiro que nunca construiu, e pior, ao militar que nunca combateu, pois os nossos atuais comandantes militares, em suas longas carreiras profissionais, sequer viveram o “bom combate” como os nossos queridos e corajosos pracinhas, conquanto ostentem medalhas, muitas medalhas.

Inúmeros são os problemas desse quadro de falência múltipla como: destinação às forças armadas de ínfimos recursos orçamentários, majoritariamente empregados em despesas com pessoal e custeio; política nacional de defesa historicamente desencontrada e retórica; defasagem doutrinária de emprego militar; sucateamento do arsenal e indústria bélicos; crescente defasagem e dependência tecnológicas; vultosos e obscuros gastos com aquisição de equipamentos militares exclusivamente à mercê de critérios políticos e personalistas; deficiências de integração tático-operacional no emprego em conjunto dos elementos de combate das três forças; desvio funcional e priorização de atividades subsidiárias em detrimento das operacionais; cultura de valorização da atividade-meio e esvaziamento da atividade-fim; poder militar nacional superdimensionado, estruturado exclusivamente em ilhas de excelência das Forças Armadas; grave evasão, notadamente dos quadros de oficiais; e fuga da carreira militar por parte dos jovens brasileiros promissores que, embora vocacionados, acertadamente não se submetem a uma vida indigna de baixos vencimentos.

A comemorar, apenas o patriotismo exacerbado dos militares brasileiros, submetidos aos imperativos de uma vida totalizante, de renúncia e dedicação exclusiva ao país, embora marcada por indesejáveis privações impostas à família militar. Portanto, há muito por fazer, a começar pela rediscussão do papel constitucional das Forças Armadas brasileiras e do assistencialista serviço militar obrigatório, pois guerras não são vencidas apenas com o patriotismo de bravos soldados, mas por forças armadas profissionais e operacionais.


(Transcrito da Resenha CComSEx - O Estado de Minas de 30 Abr 2010).

sexta-feira, 30 de abril de 2010

PARA CONHECIMENTO - DIA DO EXÉRCITO COMEMORAÇÃO NO 53ºBIS.


Dia do Exército é comemorado no 53ºBIS

Em uma formatura realizada no pátio Tenente Aguiar, na presença de varias autoridades civis e militares o BATALHÃO TAPAJÓS comemorou no dia 19 de Abr último o Dia do Exército Brasileiro, na oportunidade foi apresentada a Bandeira Nacional aos recrutas recém incorporados. A ASSOCIAÇÂO DE VETERANOS se fez representar pelos seguintes militares: Capitão Reformado Alfredo Cândido CASTELLO BRANCO, 3ºSargento Quadro Especial Manuel José Farias TEIXEIRA e ZILMO da Silva Guimarães , Soldado Licenciado Carlos Alberto MACIEL da Silva e Reformado Raimundo VIEIRA da Silva. O indio também foi homenageado nesse dia, uma representação da nação Mudurunku residente na cidade se fez presente na solenidade.







quinta-feira, 15 de abril de 2010

PARA CONHECIMENTO - ENTREVISTA DO GEN LEÔNIDAS.

É LONGA MAS VALE A PENA SER OUVIDA A ENTREVISTA. ATÉ QUE ENFIM ALGUÉM DESMISTIFICA A CANALHA COMUNISTA E MOSTRA OS SEUS CRIMES.

PARA CONHECIMENTO E REFLEXÃO - AS FFAA NÃO CARECEM DE FAVORES DO GOVERNO.

Esse depoimento é dirigido aos brasileiros que não viveram os momentos que antecederam a gloriosa Revolução de 31 de Março de 1964, serve também para aqueles que já encontrando um pais livre e democrático, aceitam dentro dos parâmetros da democracia, toda essa desordem e a falta dos mínimos princípios que norteiam uma nação civilizada, infelizmente ainda existente no nosso país devido a atual administração dos nossos governantes, finalmente aos que acham que nada precisam fazer para melhorar essa situação.

A falta de comemorações do dia 31 de Março e as homenagens a quem lutou dentro dela são motivadas pela desculpa que não tendo participado da mesma, não querer se envolver, pois isto acoberta a tomada de uma atitude, a autoridade evita melindrar os comunas que estão no poder. Esquecem-se porém, infelizmente, de se importar quando são ofendidos.

Parabéns ao Gen Paulo Chagas.

Castello Branco

Ternuma Regional Brasília

As Forças Armadas não carecem de favores do governo!

Gen Bda Paulo Chagas


Caros amigos

Há cerca de duas semanas, em solenidade de passagem de função, no QG do Exército, em Brasília, o Gen Ex Augusto Heleno lembrou aos presentes a passagem do 46º aniversário do movimento cívico-militar que ficou conhecido como a Revolução Democrática de 31 de Março de 1964!

Nada mais justo, oportuno, preciso e elegante, haja vista a qualidade do discurso, amplamente difundido pela internet e por alguns órgãos da mídia nacional. Nada mais natural que um General, na chefia de um Departamento, fizesse uso da ocasião e da platéia para fazer justiça a uma atitude coletiva da Nação brasileira que, reagindo determinadamente em defesa da liberdade democrática, “salvou-se a si própria”. Nada mais nobre do que o reconhecimento da importância daquele evento, já quase cinqüentenário.

Interpretei a atitude do General como natural, óbvia e esperada. Afinal, a Revolução foi efetivamente democrática, cívica e preventiva e, graças a ela e a seus ideais, temos hoje, embora novamente ameaçadas, as liberdades essenciais do regime que os brasileiros escolheram para si e que devem preservar para o bem das futuras gerações.

Chamou-me a atenção, no entanto, a quantidade de mensagens e contatos telefônicos que recebi, de amigos e admiradores do Gen Heleno, manifestando receio de que ele sofresse algum tipo de “retaliação” como conseqüência de sua elogiável atitude.

Dei-me conta da extensão da ameaça e do dano causado pela tão bem engendrada e tão facilmente implantada hegemonia do pensamento. Estamos, nós também, militares e civis esclarecidos, impregnados pela idéia de que, mesmo conhecendo a verdade dos fatos ocorridos em 31 de março de 1964 e seus desdobramentos ao longo dos governos que lhe sucederam, devemos guardar reserva pessoal e institucional ao defendê-los!

A Revolução de 1964 é passado de orgulho para os militares! Só não é história porque o revisionismo hipócrita, mesquinho e mentiroso dos derrotados ainda não o permitiu! Não pode ser tabu porque é fato e verdade que salvou-nos da desgraça que ainda hoje escraviza o povo cubano e aterroriza a nação colombiana! Não foi intromissão indevida porque foi fruto da manifestação uníssona da Nação! Por que, então, não comemorá-la entusiástica e publicamente? Por que não enaltecer com veemência seus corajosos e determinados executores? Por que temer pela integridade moral dos que proclamam a verdade e denunciam a hipocrisia e a mentira?

É absurdo, de dentro da Caserna ou nas fileiras da Reserva, pensar-se em qualquer tipo de punição ou retaliação ao Gen Heleno, ou, até mesmo, em uma exoneração persecutória e de legalidade duvidosa como a que foi imposta ao Gen Santa Rosa!

Devemos, desde já e a qualquer momento, rechaçar, com todo o rigor e convicção, qualquer atitude que nos induza a cair na armadilha do pensamento único, ardilosamente montada pelos inimigos da democracia! Não temos nada a temer, a verdade está conosco, podemos e devemos prová-la, sempre, em todos os lugares e por todos os meios!

As Forças Armadas não são, nem nunca foram ou serão, intrusas na História do Brasil, foram criadas para servir à Pátria e este deve ser o foco de toda a energia das suas ações.

O aceno da implantação de uma necessária e já tardia Estratégia Nacional de Defesa não pode colocá-las na posição de reféns das convicções ideológicas deste ou de qualquer outro governo, muito menos obrigá-las a esconder seu passado, seus orgulhos e seus triunfos!

Deparei-me, muitas vezes nos últimos tempos, com a crença de que a harmonização e o não atrito ideológico seriam o melhor caminho para a obtenção dos recursos necessários para a habilitação ao cumprimento das missões constitucionais. Todos os brasileiros minimamente informados sabem que a realidade dos quartéis revela a iniquidade dessa premissa.

As Forças Armadas estão muito acima das políticas, estratégias e prioridades dos governos, são instrumentos e necessidades do Estado, e impõem-se pela missão e pela competência, não carecem de favores de governos, não dependem deles para “sobreviver”!

A Nação sabe a importância que têm seus Marinheiros, seus Soldados e seus Aviadores, reconhece seu valor, tem orgulho deles e sabe que neles, sim, pode confiar!

Viva a Revolução Democrática de 31 de Março de 1964!

Vivam os homens e mulheres que a fizeram e aqueles que dela se orgulham!