terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

PARA MEDITAR - UM MORTAL SILENCIO.

Belíssimo artigo do Gen Valmir Pereira.

UM MORTAL SILÊNCIO

Ao longe um clarim lamentoso.

Do frio metal um som dorido, pungente, magoado e tristonho. É o toque de silêncio.

Os ouvintes compungidos abaixam a cabeça.

Uma dor amarga a nossa boca. Esvai-se mais uma esperança.

Os olhos de todos se embaçam pela lágrima que não rolou, mas que foi engolida pela impotência, e desceu pela seca garganta.

Por ora, calou-se a única voz de um militar da ativa capaz de emitir uma opinião sem medo. De denunciar o vergonhoso “establishment” que sombreia o futuro da Pátria.

Calou-se, penalizada pela prepotência, pelo desmando, pela ignomínia, pelo totalitarismo, pois a bem da verdade, aquela voz inspirou medo.

Sufocou-se o alerta desinteressado, uma voz brasileira foi amordaçada, mas não se muda uma vírgula sequer do texto eivado de maléficas intenções e torpes objetivos.

Diante da infidelidade no sofá, retira-se o sofá.

Esperamos que a imolação do General no altar da besta sirva de alerta para os incautos, para que dêem tratos à bola, e pensem. “Poxa”, se um General de Exercito, de altíssimo conceito foi capaz de expor-se contra alguma “coisa”, a “coisa”, “boa coisa não é”.

Nós militares perdemos e muito. O peso de um General de Exército entre nós é grande. Sabemos do crivo para chegar a tanto, as qualidades necessárias para atingir o ápice da carreira. O militar precisa ter estofo, caráter, atitude.

O General Santa Rosa as teve e cultivou-as com desvelada atenção ao longo de sua carreira, e as manteve altaneiras, até no seu encerramento.

Porém, se de um lado o corneteiro, com toda a sua sensibilidade solta do fundo do peito acordes que tocam a nossa alma, lamentando o destino da voz amordaçada, por outro, festejemos a coragem e o exemplo do General.

Por isso, Mestre da Banda inicie o dobrado “Fibra de Heróis”, em regozijo, pois, certamente, outros da mesma estirpe, incentivados pelo exemplo altaneiro do exonerado e intimorato Chefe, terão a hombridade de afrontar com dignidade, com a altivez do soldado a tantos quantos pérfidos e canalhas surgirem, mesmo que acobertados por uma distorcida democracia, construída para atender seus deploráveis desígnios.

Quem viver verá que a fibra do soldado não perece.

Brasília, DF, 13 de fevereiro de 2010

Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira





“Os homens só se lembram de Deus e dos soldados
nos momentos de aflição”

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

PARA CONHECIMENTO - EXONERAÇÃO DO GEN MAYNARD.

Ainda sobre a exoneração do General de Exército Maynard Marques de Santa Rosa a imprensa escrita publicou o seguinte:

O ESTADO DE SÃO PAULO.


A exoneração do general A exoneração do general Maynard Marques de Santa Rosa, da chefia do Departamento-Geral de Pessoal do Exército, foi decisão do ministro Nelson Jobim, prontamente apoiada pelo comandante em chefe das Forças Armadas, o presidente da República. Confirmou-se, assim, que foi alcançado um dos objetivos que levaram à criação do Ministério da Defesa: a subordinação dos militares ao Poder Civil, ínsita ao Estado Democrático de Direito. O general cometeu uma transgressão disciplinar, ao manifestar-se sobre uma questão política - o que a lei veda aos militares. Em carta que depois de circular pela internet teve trechos publicados pela Folha de S.Paulo, o general Santa Rosa criticou a Comissão da Verdade, que o governo federal pretende criar para investigar violações de direitos humanos durante o regime militar. O general classificou-a como "comissão da calúnia", dizendo que será composta por "fanáticos que, no passado recente, adotaram o terrorismo, o sequestro de inocentes e o assalto a bancos, como meio de combate ao regime para alcançar o poder". O incidente é mais um subproduto do Decreto nº 7.037, de 21 de dezembro, que aprovou o 3º Programa Nacional dos Direitos Humanos, provocando, com inédita intensidade, a rejeição de diversos setores da sociedade - militares, juristas, magistrados, produtores rurais, ambientalistas, religiosos, jornalistas, etc. É que, na mixórdia de suas 521 "diretrizes", o decreto postula a proibição da exibição de símbolos religiosos nos espaços públicos, a exigência de "audiência coletiva" prévia às concessões de liminares de reintegração de posse, o controle da imprensa por uma comissão governamental encarregada de colocar os veículos de comunicação num "ranking"- de obediência aos "direitos humanos", a descriminalização do aborto, o casamento de homossexuais, a exigência de aprovação de comissões sindicais para as licenças ambientais - e outras extravagâncias. Essas ideias estapafúrdias foram geradas em um dos "fóruns sociais" com os quais certos setores do petismo radical pretendem implantar uma forma de democracia direta no País, e aos quais o governo do presidente Lula tem dado foros de respeitabilidade. Na parte relativa às investigações das violações dos direitos humanos, no regime militar, o sectarismo do texto original era tão flagrante que o presidente Lula concordou em alterá-lo. Cedeu, afinal, à forte reação dos militares, que o ministro Jobim soube represar, para que não se transformasse em indisciplina. O caráter nitidamente revanchista da proposta foi atenuado, mas isso, obviamente, não satisfez a todos, como ficou evidente pela descabida reação do general Santa Rosa. O que continua perturbando certos setores militares, e também parcelas ponderáveis da sociedade civil, não é a possibilidade de mudanças na lei da anistia - risco que parece afastado, no momento -, mas a forma como o governo cuidou da instituição da chamada "Comissão da Verdade". Ninguém negará a importância, para os brasileiros, de conhecer em detalhes aqueles períodos conturbados de sua história - o que acabará acontecendo, mais cedo ou mais tarde. Mas, se seu objetivo fosse apenas a real apuração histórica, o governo não deveria ter permitido que a iniciativa fosse marcada por forte viés ideológico e indisfarçável laivo de revanchismo. Poderia, por exemplo, delegar essa investigação para universidades de elevada reputação, que estivessem isentas das paixões e do oportunismo político no exame aprofundado do importante tema. Deste episódio se extrai uma constatação positiva. Se houve despautérios e provocações eles não partiram da caserna. Os militares reagiram sempre com serenidade e ponderação, transmitindo suas insatisfações, quando foi o caso, pelos canais próprios, de tal forma que não se pode dizer que tenham representado, em qualquer momento, ameaça à normalidade institucional ou mesmo um fator de constrangimento para o governo. A atual geração de militares está plenamente consciente do papel que as Forças Armadas exercem numa democracia. Atitudes como a do general Santa Rosa são pessoais e excepcionais.

CORREIO BRAZILIENSE

Relembrando o RDE Ari Cunha O general Maynard Santa Rosa pertence ao grupo de 15 membros do Alto Comando do Exército. Divulgou carta com pensamento pessoal, na qualidade de cidadão. Sabia o que ia acontecer. Conhece o Regulamento Disciplinar do Exército, as atividades, inclusive as punições. Preferiu expressar pensamento próprio, mesmo usando uniforme da ativa. Assinou embaixo. Deu no que deu. Perdeu o cargo de chefe do Departamento Geral de Pessoal do Comando do Exército. Sabia com antecedência. Mesmo conhecendo a punição, não hesitou e teve a coragem que falta a muitos cidadãos comuns e políticos. Ficou na tropa como adido ao gabinete do comandante Enzo Peri até 3l de março. É nessa data que termina o tempo de permanência no generalato, de 12 anos. Passará à reserva remunerada. Não respondeu a “rigoroso inquérito”. A sentença estava dentro do que dissera. Tinha conhecimento de tudo. Preferiu expor o pensamento. Fez uso da liberdade pessoal, mesmo arcando com consequências que sabia serem certas. Quando servia à EIM-280, durante a guerra, em Fortaleza, o que mais me impressionou foi o Regulamento Disciplinar do Exército. Sem caso omisso, diz tudo sem rodeios, sem direito a interpretações. O fato de discutir e apresentar propostas são ofício dos políticos, mesmo os implicados em desvio de verbas e comportamento alheio às atividades legislativas. Nas Forças Armadas a conduta é em linha reta, sem alternativas. Como dizia o filósofo de Mondubim, “por dentro feito talo de macaxeira”. Não desvia de nada. O general Maynard Santa Rosa preferiu não citar exemplos. Nenhum companheiro foi lembrado. Achou melhor dizer que a apuração dos crimes da ditadura militar (1964-1985) competia à “Comissão da calúnia” formada por “fanáticos”. Dessa forma, expressou pensamento claro, ao dizer o que pensava. Outras considerações surgiram ao escrever com consciência a carta divulgada, hoje de conhecimento popular. O ministro Jobim havia conversado com o comandante Enzo Peri, que estava a serviço no Rio Grande do Sul. Confirmada a autoria da carta, adotou o Regulamento Disciplinar do Exército, que não aceita discussões. O general Maynard de Santa Rosa disse com todas as palavras que “fanáticos adotaram o terrorismo, sequestro de inocentes e assalto a bancos como meio de combater o regime para alcançar o poder”. A carapuça cabe na cabeça de dona Dilma Rousseff. Era membro da Comissão, participante da luta armada e está convocada para expor seus pensamentos, tudo antes do acontecido. Certa vez o general Santa Rosa havia sido afastado do ministério da Defesa por discordar do governo sobre a reserva indígena Raposa, Serra do Sol. Peito aberto, consciência tranquila, ostenta posto de envergadura na profissão que escolheu desde criança. Deixa o exemplo à posteridade para os descendentes. Guarda mente limpa perante a família, à qual deve sua formação íntegra de pensamento livre. Guarda os amigos no coração. E sente o dever cumprido ao agir sozinho, sem envolver colegas. Aí está a biografia do homem disciplinado do Exército. Não aceitou fugir ao pensamento de cidadão.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

PARA CONHECIMENTO - MAIS UMA ESTRELA.

Lamentavelmente os apátridas atacam sorrateiramente as FFAA quando um Militar de Quatro Estrelas e com um curriculum de vida invejável em prol da Defesa do Brasil, da Democracia e da Soberania Nacional entre outras tantas qualidades, tem a coragem de criticar os atos falhos, defendendo a sua Instituição, uma de suas atribuições, de um governo mal intencionado e que está levando o povo, com mentiras, para o sacrifício como está fazendo os louco do Chaves.
PARABÉNS ao GEN EX Maynard Marques de Santa Rosa, nós militares e todos os brasileiros, que amamos o Brasil, nos orgulhamos de termos um chefe do seu quilate.
Que sua atitude seja um exemplo, para não permitirmos mais qualquer tentativa de desmoralização ou de achincalhamento das FFAA.
SELVA.

Alfredo Cândido Castello Branco


R E T R A N S M I T I N D O para mais de 600 brasileiros.

MAIS UMA ESTRELA doc. nº 44 – 2010


WWW.FORTALWEB.COM.BR/GRUPOGUARARAPES


2010 SERÁ UM ANO DE LUTA. VAMOS LUTAR


Acaba de ganhar mais uma ESTRELA o Excelentíssimo Senhor General de Exército – MAYNARD MARQUES DE SANTA ROSA. A quinta estrela representa a ALMA VIVA DO EXÉRCITO BRASILEIRO, que não sabe se curvar diante dos poderosos e dos sem caráter.

O General SANTA ROSA acaba de ser demitido pelo Ministro da Defesa por ter sabido defender a honra das Forças Armadas e não aceitar que Elas sejam humilhadas perante a Nação.

Em nota de seu gabinete, de maneira elegante e objetiva defendeu a VERDADE e por esta razão é demitido do cargo de chefe do Departamento Geral do Pessoal.

O GRUPO GUARARAPES lá estará presente, quando o general Santa Rosa deixar o Quartel General do Exército de cabeça erguida e olhando no seu ombro a quinta estrela da dignidade.

Pode ficar certo de que o Exército de hoje é o mesmo Exército de ontem: È composto de homens livres e abomina os chefes sem caráter, falsificadores de leis e Constituições e se amesquinham na chafurdagem da política de campanário e bem própria dos sacripantas e desprezíveis.

General Santa Rosa. Vossa Excelência é o mesmo OSÓRIO, que se engrandeceu quando apontou para o horizonte e afirmou; ‘É FÁCIL COMANDAR HOMENS LIVRES, BASTA APONTAR O CAMINHO DO DEVER”.


ESTAMOS DE PÉ E EM CONTINÊNCIA! APRESENTAR ARMAS AOS CHEFES DIGNOS E QUE HONRAM A FARDA!


SUSTENTAR O FOGO QUE A VITÓRIA É NOSSA!


GRUPO GUARARAPES com a assinatura dos 2.236 componentes.


GENERAL TORRES DE MELO

COORDENADOR GERAL


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

PARA CONHECIMENTO - VOCÊ TRABALHA POR QUE MESMO?

VOCÊ TRABALHA POR QUE, MESMO?!

Que país é esse?

PERÍODO

SALÁRIO-DE-CONTRIBUIÇÃO POR FILHO DE PRESIDIÁRIO, TOMADO EM SEU VALOR MENSAL

De 1º/6/2003 a 31/4/2004

R$ 560,81 - Portaria nº 727, de 30/5/2003

De 1º/5/2004 a 30/4/2005

R$ 586,19 - Portaria nº 479, de 7/5/2004

De 1º/5/2005 a 31/3/2006

R$ 623,44 - Portaria nº 822, de 11/5/2005

De 1º/4/2006 a 31/3/2007

R$ 654,61 - Portaria nº 119, de 18/4/2006

De 1º/4/2007 a 29/2/2008

R$ 676,27 - Portaria nº 142, de 11/4/2007

De 1º/3/2008 a 31/1/2009

R$ 710,08 - Portaria nº 77, de 11/3/2008

A partir de 1º/2/2009

R$ 752,12 - Portaria nº 48, de 12/2/2009



VOCÊS SABIAM DO AUXÍLIO-RECLUSÃO?!


EXEMPLO: 'Bandido com 5 filhos', além de comer e beber nas costas de quem trabalha, além de comandar o crime de dentro das prisões, ainda recebe auxílio monetário MENSAL de R$3.760,60!

Qual pai de família 'com 5 filhos' recebe um salário suado igual ou AO MENOS pela metade disso?!

QUE PAÍS É ESSE?!
VOCÊS SABIAM DO AUXÍLIO-RECLUSÃO? (... vamos lá pessoal... não deixem de cantar o Hino Nacional, pelo menos 15 vezes ao dia...)
Vocês sabiam que todo presidiário com filhos tem uma bolsa que, a partir de 1º/02/2009, é de R$752,12 por filho, para sustentar a família, já que o coitadinho não pode trabalhar para sustentar os filhos por estar preso?!

(Portaria nº 48, de 12/2/2009, do INSS)

CONFIRA NO SITE http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=22 - Auxílio-reclusão.

Por favor, veja na íntegra o texto deste auxílio. Você vai estarrecer. Você não vai querer acreditar. Leia e medite.
A - Pergunta que não quer calar nº 1:
Por acaso os filhos do sujeito que foi morto pelo 'coitadinho que está preso' recebem uma bolsa de R$752,12 por filho, para seu sustento?!
B - Pergunta que não quer calar nº 2:
Você já viu 'algum defensor dos direitos humanos' defendendo esta bolsa para os filhos das vítimas desses bandidos?!
É por essa e outras que a criminalidade não diminui. Ela dá lucro!!!

ESTE É MAIS UM DOS ABSURDOS QUE PROTEGEM OS BANDIDOS, CRIADOS PELOS MANDANTES DO BRASIL...

TEMOS QUE NOS PROTEGER COM GRADES, ALARMES E AFINS, ENQUANTO OS BANDIDOS ANDAM LIVREMENTE PELAS RUAS, E, AINDA COM PROTEÇAO DO PESSOAL DOS DIREITOS HUMANOS!

É MUITO, MUITO DESCASO COM O CIDADÃO TRABALHADOR, QUE PAGA POR TODA ESTA IMORALIDADE!

QUE POUCA VERGONHA!!!

IMAGINE SÓ SE NÓS, TRABALHADORES, TIVÉSSEMOS ESSES DIREITOS...

NESSE PAÍS SÓ TEM VALOR QUEM FOR MARGINAL!

Pergunto-lhes:

1. Vale a pena estudar e ter uma profissão?
2. Trabalhar 30 dias para receber salário mínimo de R$510,00, fazer malabarismo com orçamento pra manter a família?
3. Viver endividado com prestações da TV, do celular ou do carro que você não pode ostentar pra não ser assaltado?
4. Viver recluso atrás das grades de sua casa?
5. Por acaso os filhos do sujeito que foi morto pelo coitadinho que está preso, recebe uma bolsa de R$798,30 para seu sustento?
6. Já viu algum defensor dos direitos humanos defendendo esta bolsa para os filhos das vítimas?

7. Vc acredita nas promessas dos politicos corruptos, ladrões eleitos pela grande massa de ignorantes em nosso pais?
8. Você acredita no discurso da polícia que está se esforçando pra diminuir a criminalidade?


VOCÊ TRABALHA POR QUE, MESMO?!?!?!?!?!??!?!?!??!?!?

MOSTRE A TODOS MAIS UMA QUE OCORRE NESSE PAÍS!!!

QUE PAÍS É ESSE?!

PARA CONHECIMENTO E REFLEXÃO - PROGRAMA IRRESPONSÁVEL.

Programa irresponsável

Carlos Alberto Marques Soares

Tem-se falado muito acerca da revogação da Lei da Anistia como ponto de destaque do Programa Nacional dos Direitos Humanos.

Acontece que o que seria um grande Programa restou maculado de um equívoco jurídico imensurável, uma inconstitucionalidade que desconhecemos casos similares, quer na história jurídica pátria, quer na política.

Assim vejo dentre os grandes erros gravíssimos e que serão irreparáveis, o jurídico e o político.

O equívoco jurídico macula princípios constitucionais, em especial, da segurança jurídica em que uma Lei aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo Presidente da República seria revista retroagindo a 30 anos para mudar todos os objetivos políticos que envolveram a Nação em 1979.

Poderíamos afirmar que a Lei da Anistia foi a lei da pacificação nacional, anseio de todo o povo brasileiro quer da situação ou governo, quer da oposição, dos chamados subversivos, dos terroristas, dos assaltantes de bancos e de quartéis.

Conseguiu-se a muito custo e discussão que o governo da época soube, com firmeza, acolher o clamor popular em detrimento de alguns, dentro e fora da caserna que discordavam da edição da Lei da Anistia nos termos propostos. O país soube trazer a conciliação e a paz nacional.

Aplicou-se a Lei da Anistia sem qualquer inconformismo até a casos ocorridos após sua promulgação.

A Anistia está incluída entre as causas de extinção da punibilidade, como se verifica nos Artigos 107, inciso II, do Código Penal Brasileiro, e 123, inciso II, do Código Penal Militar.

Destaque-se que a Lei da Anistia ao entrar em vigor precisou, em casos concretos e em cada processo em curso, de uma decisão do juiz ou tribunal, declarando extinta a punibilidade do agente, a qual resultou em trânsito em julgado.

De igual forma, como se poderia abrir um Inquérito Policial ou Inquérito Policial-Militar para apurar um fato que estaria protegido pela referida causa de extinção de punibilidade? Onde estariam resguardados a coisa julgada e o princípio da irretroatividade da Lei, só admitido em benefício do réu? A própria Constituição, em seu Artigo 5º, inciso XLIII, prevê como inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a tortura, o tráfico ilícito de entorpecentes, o terrorismo e os crimes definidos como hediondos. Destarte, esses delitos, após a promulgação da Carta Magna, passaram, independentemente de tratado ou convenção, a ter um tratamento penal excepcional.

O Programa é polêmico não só na parte referente à revogação da Lei de Anistia, mas, também, em inúmeros outros itens já destacados pela mídia.

O equívoco político é evidente e não menos relevante. Vejam bem, o presidente Luiz Inácio em seus dois períodos de governo soube superar inúmeras crises políticas de repercussão nacional tais como o mensalão, a crise na aviação brasileira (com a greve dos controladores), a CPI dos Correios e outras mais.

Tendo como seu braço-direito o vice-presidente José de Alencar, grande chancelador da idoneidade dos atos do governo pelo seu espírito cívico, exemplo de homem público e de bem, o presidente Luiz Inácio chega ao fim de seu governo com aceitação popular de 80%.

Teve durante o seu governo a tranquilidade nos quartéis federais, a união de todos em prol do crescimento do país e da paz social.

Agora, ao fim dos seus oito anos de governo, acobertado por um título que a todos sensibiliza (Programa Nacional de Direitos Humanos) por sermos intransigentes defensores dos direitos humanos, apresenta esse “Programa” que, mantidos os atuais termos, certamente irá trazer sequelas irremediáveis, como símbolo do retrocesso político.

Será um desastre.

O presidente Luiz Inácio e os brasileiros não merecem tamanha irresponsabilidade.

CARLOS ALBERTO MARQUES SOARES é presidente do Superior Tribunal Militar (STM).


Fonte: Resenha C Com S Ex Globo

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

PARA CONHECIMENTO - CURRICULUM DE TRÊS POLITICOS.

Os comunas não estão lutando para abertura dos arquivos da DITADURA?

Muito bem . Os Democratas começaram a rever o Curriculum dos apátridas adeptos da LUTA Armada e da implantação do comunismo pela linha violenta.
Estes que estão no governo também tem o seu Curriculum bastante recheado de traições e que em algum momento será dado conhecimento a população votante.
Ajude a divulgar a verdade para os mais jovens e para a população presa as Bolsas Eleitorais.

LULA E O COMUNISMO – 6 doc. 34 A - 2010

www.fortalweb.com.br/grupoguararapes

2010 ´ANO DE LUTA! VAMOS LUTAR

Neste documento, vamos ver quem são a falsa Bete Mendes da TV Globo e os cruéis criminosos Gilney e Diógenes do PT.

1- Elisabeth Mendes de Oliveira, terrorista dos anos 1960/70, codinomes, Rosa e Bete Mendes, militante da VAR-Palmares, atuava no Setor de Inteligência e na Arregimentação do Meio Estudantil. Em 1970, presa uma vez por 04 dias e depois por 30 dias, foi absolvida pelo Tribunal Superior Militar. Formada em Artes Cênicas , além da carreira artística, dedicou-se à Política e participou da fundação do PT, partido pelo qual se elegeu Deputada Federal em 1983, e do qual foi expulsa, filiando-se ao PMDB. Em 1985, acusou o Cel. Ustra de submetê-la à tortura quando foi presa no DOI-CODI, em S. Paulo. Após provar que as denúncias de Bete eram mentirosas, o Cel. Ustra mostrou que, quando terrorista, ela era criticada pelos próprios comparsas, o que de certa forma faz sentido, uma vez que Bete Mendes foi expulsa do PT, e isto deve ter acontecido por não ser leal ao Partido. E numa Análise Crítica, achamos que formada em Artes Cênicas , Bete denunciou o Cel Ustra, para reatar a sua relação com o PT de onde fora expulsa. Hoje, Bete Mendes faz uma ponta na novela das 19hs da TV Globo, “Caras e Bocas”, nome este que lembra as Artes Cênicas de Bete Mendes na Política, pois até para os Terroristas e Petistas, Bete Mendes tem Duas Caras e Bocas.

2- Gilney Amorim Viana, terrorista dos anos 1960/70, codinome Augusto, era membro do PCB que abandonou por considerar este Partido moderado demais. Em 1968, ingressou na Ação Libertadora Nacional, ALN, onde foi um dos redatores do documento-base, “Orientação Básica para Atuação: 20 Pontos” e participou de varias ações terroristas em Belo Horizonte , como o assalto a uma drogaria e a uma boate quando foram baleados 03 civis: - o cozinheiro Antonio Joaquim de Oliveira; o freguês Wellington Gadelha Campelo; e, pelas costas, o gerente Antonio de Almeida Ribeiro. Também, as pessoas que estavam no local foram roubadas e espancadas. (Se fosse Gilney, o espancado, seria tortura). Em 1969,tentou roubar explosivos de uma Pedreira e comandou o assalto a uma Agência da Caixa Econômica. Em 1970 foi preso e condenado pelos crimes que cometera. Beneficiado pela Anistia, foi solto indo residir em Cuiabá, onde assumiu a liderança do PT em 1980, sendo eleito em 1994, Deputado Federal e em 1998, Deputado Estadual. Hoje, em Brasília, é Secretario de Políticas para o Desenvolvimento Sustentável do Ministério do Meio Ambiente. Como consta que foi estudante de medicina, e já assaltou farmácia, deve ter aprendido muito com as “ANTAS” petistas do Pantanal.

3- Diógenes de Oliveira, terrorista dos anos 1960/70, codinomes, Leandro, Leonardo, Luis e Pedro. Em 1964, militante do PCB, fugiu para o Uruguai e em 1966 foi para Cuba onde fez Curso de Guerrilhas. Em 1968 retornou ao Brasil e só nesse ano, em S. Paulo , participou dos atentados a bomba contra o Consulado dos EUA, o jornal “O Estado de S. Paulo”, a loja Sears e o QG/IIEx no qual foi morto o jovem recruta Mario Kozel Filho. Assaltou, ainda, o Hospital do Exército e os bancos Mercantil de S. Paulo e BANESPA. E, pessoalmente, assassinou com 06 tiros o Cap. Charles Chandler, do Exército dos EUA. E em 1969, pouco depois do assalto e roubo de armas do Quartel de Quitaúna, foi preso, sendo em 1970, banido para o México em troca do Cônsul do Japão, seqüestrado. Retornou ao Brasil, onde depois da Anistia, recebeu uma grande indenização, além de uma boa aposentadoria. O Diógenes da VPR é o Diógenes do PT. Nos últimos anos, em Porto Alegre , foi presidente do Clube de Seguros e Cidadania, coletor de fundos para o PT. Denunciado pelo Ministério Público, por atos praticados à margem da lei, foi afastado da Presidência do Clube.

Será que Lula vai querer Bete Mendes de volta ao PT, agora que está na TV Globo? Quanto ao Gilney e, principalmente, o Diógenes do PT, ou Terroristas-Comunistas bons! Lula pode até dar ao Diógenes uma nova indenização. Ele precisa de gente desse tipo. “Dize-me com quem andas e te direi quem és”.



terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

PARA CONHECIMENTO E REFLEXÃO - OS MILITARES E A MEMÓRIA NACIONAL.

Os militares e a memória nacional
por Olavo de Carvalho

Como todos os meninos de escola na minha época, eu não podia cantar o Hino Nacional ou prestar um juramento à bandeira sem sentir que estava participando de uma pantomima. A gente ria às escondidas, fazia piadas, compunha paródias escabrosas. Os símbolos do patriotismo, para nós, eram o supra-sumo da babaquice, só igualado, de longe, pelos ritos da Igreja Católica, também abundantemente ridicularizados e parodiados entre a molecada, não raro com a cumplicidade dos pais. Os professores nos repreendiam em público, mas, em segredo, participavam da gozação geral.

Crescí, entrei no jornalismo e no Partido Comunista, freqüentei rodas de intelectuais. Fui parar longe da atmosfera da minha infância, mas, nesse ponto, o ambiente não mudou em nada: o desprezo, a chacota dos símbolos nacionais eram idênticos entre a gente letrada e a turminha do bairro. Na verdade, eram até piores, porque vinham reforçados pelo prestígio de atitudes cultas e esclarecidas. Graciliano Ramos, o grande Graciliano Ramos, glória do Partidão, não escrevera que o Hino era "uma estupidez"?

Mais tarde, quando conheci os EUA, levei um choque. Tudo aquilo que para nós era uma palhaçada hipócrita os americanos levavam infinitamente a sério. Eles eram sinceramente patriotas, tinham um autêntico sentimento de pertinência, de uma raiz histórica que se prolongava nos frutos do presente, e viam os símbolos nacionais não como um convencionalismo oficial, mas como uma expressão materializada desse sentimento. E não imaginem que isso tivesse algo a ver com riqueza e bem-estar social. Mesmo pobres e discriminados se sentiam profundamente americanos, orgulhosamente americanos, e, em vez de ter raiva da pátria porque ela os tratava mal, consideravam que os seus problemas eram causados apenas por maus políticos que traíam os ideais americanos.

Correspondi-me durante anos com uma moça negra de Birmingham, Alabama. Ali não era bem o lugar para uma moça negra se sentir muito à vontade, não é mesmo? Mas se vocês vissem com que afeição, com que entusiasmo ela falava do seu país! E não só do seu país: também da sua igreja, da sua Bíblia, do seu Jesus. Em nenhum momento a lembrança do racismo parecia macular em nada a imagem que ela tinha da sua pátria. A América não tinha culpa de nada. A América era grande, bela, generosa. A maldade de uns quantos não podia afetar isso em nada. Ouvi-la falar me matava de vergonha. Se alguém no Brasil dissesse essas coisas, seria exposto imediatamente ao ridículo, expelido do ambiente como um idiota-mor ou condenado como reacionário, um integralista, um fascista.

Só dois grupos humanos, neste país, falavam do Brasil no tom afetuoso e confiante com que os americanos falavam da América.

O primeiro eram os imigrantes: russos, húngaros, poloneses, judeus, alemães, romenos. Tinham escapado ao terror e à miséria de uma das duas grandes tiranias do século (alguns, das duas), e proclamavam, sem sombra de fingimento: "Este é um país abençoado!" Ouvindo-nos falar mal da nossa terra, protestavam: "Vocês são doidos. Não sabem o que têm nas mãos." Eles tinham visto coisas que nós não imaginávamos, mediam a vida humana numa outra escala, para nós aparentemente inacessível.

Falávamos de miséria, eles respondiam: "Vocês não sabem o que é miséria." Falávamos de ditadura, eles riam: "Vocês não sabem o que é ditadura." No começo isso me ofendia. "Eles acham que sabem tudo", dizia com meus botões. Foi preciso que eu estudasse muito, vivesse muito, viajasse muito, para entender que tinham razão, mais razão do que então eu poderia imaginar. A partir do momento em que entendi isso, tornei-me tão esquisito para meus conterrâneos como um estoniano ou húngaro, com sua fala embrulhada e seu inexplicável entusiasmo pelo Brasil, eram então esquisitos para mim. Digo, por exemplo, que um país onde um mendigo pode comer diariamente um frango assado por dois dólares é um país abençoado, e as pessoas querem me bater. Não imaginam o que possa ter sido sonhar com um frango na Rússia, na Alemanha, na Polônia, e alimentar-se de frangos oníricos. Elas acreditam que em Cuba os frangos dão em árvores e são propriedade pública. Aqueles velhos imigrantes tinham razão: o brasileiro está fora do mundo, tem uma medida errada da realidade.

O outro grupo onde encontrei um patriotismo autêntico foi aquele que, sem conhecê-lo, sem saber nada sobre ele exceto o que ouvia de seus inimigos, mais temi e abominei durante duas décadas: os militares.

Caí no meio deles por mero acaso, por ocasião de um serviço editorial que prestava para a Odebrecht e que me pôs temporariamente de editor de texto de um volumoso tratado O Exército na História do Brasil.

A primeira coisa que me impressionou entre os militares foi sua preocupação sincera, quase obsessiva, com os destinos do Brasil. Eles discutiam os problemas brasileiros como quem tivesse em mãos a responsabilidade pessoal de resolvê-los. Quem os ouvisse sem saber que eram militares teria a impressão de estar diante de candidatos em plena campanha eleitoral, lutando por seus programas de governo e esperando subir nas pesquisas junto com a aprovação pública de suas propostas. Quando me ocorreu que nenhum daqueles homens tinha outra expectativa ou possibilidade de ascensão social senão as promoções que automaticamente lhes viriam no quadro de carreira, no cume das quais nada mais os esperava senão a metade de um salário de jornalista médio, percebi que seu interesse pelas questões nacionais era totalmente independente da busca de qualquer vantagem pessoal. Eles simplesmente eram patriotas, tinham o amor ao território, ao passado histórico, à identidade cultural, ao patrimônio do país, e consideravam que era do seu dever lutar por essas coisas, mesmo seguros de que nada ganhariam com isso senão antipatias e gozações. Do mesmo modo, viam os símbolos nacionais – o hino, a bandeira, as armas da República – como condensações materiais dos valores que defendiam e do sentido de vida que tinham escolhido. Eles eram, enfim, "americanos" na sua maneira de amar a pátria sem inibições.

Procurando me explicar as razões desse fenômeno, o próprio texto no qual vinha trabalhando me forneceu uma pista. O Brasil nascera como entidade histórica na Batalha dos Guararapes, expandira-se e consolidara sua unidade territorial ao sabor de campanhas militares e alcançara pela primeira vez um sentimento de unidade autoconsciente por ocasião da Guerra do Paraguai, uma onda de entusiasmo patriótico hoje dificilmente imaginável.

Ora, que é o amor à pátria, quando autêntico e não convencional, senão a recordação de uma epopéia vivida em comum? Na sociedade civil, a memória dos feitos históricos perdera-se, dissolvida sob o impacto de revoluções e golpes de Estado, das modernizações desaculturantes, das modas avassaladoras, da imigração, das revoluções psicológicas introduzidas pela mídia. Só os militares, por força da continuidade imutável das suas instituições e do seu modo de existência, haviam conservado a memória viva da construção nacional. O que para os outros eram datas e nomes em livros didáticos de uma chatice sem par, para eles era a sua própria história, a herança de lutas, sofrimentos e vitórias compartilhadas, o terreno de onde brotava o sentido de suas vidas. O sentimento de "Brasil", que para os outros era uma excitação epidérmica somente renovada por ocasião do carnaval ou de jogos de futebol (e já houve até quem pretendesse construir sobre essa base lúdica um grotesco simulacro de identidade nacional), era para eles o alimento diário, a consciência permanentemente renovada dos elos entre passado, presente e futuro. Só os militares eram patriotas porque só os militares tinham consciência da história pátria como sua história pessoal.

Daí também outra diferença. A sociedade civil, desconjuntada e atomizada, é anormalmente vulnerável a mutações psicológicas que, induzidas do Exterior ou forçadas por grupos de ambiciosos intelectuais ativistas, apagam do dia para a noite a memória dos acontecimentos históricos e falseiam por completo a sua imagem do passado. De uma geração para outra, os registros desaparecem, o rosto dos personagens é alterado, o sentido todo do conjunto se perde para ser substituído, do dia para a noite, pela fantasia inventada que se adapte melhor aos novos padrões de verossimilhança impostos pela repetição de slogans e frases-feitas.

Toda a diferença entre o que se lê hoje na mídia sobre o regime militar e os fatos revelados no site do
TERNUMA vem disso.























Até o começo da década de 80, nenhum brasileiro, por mais esquerdista que fosse, ignorava que havia uma revolução comunista em curso, que essa revolução sempre tivera respaldo estratégico e financeiro de Cuba e da URSS, que ela havia atravessado maus bocados em 1964 e tentara se rearticular mediante as guerrilhas, sendo novamente derrotada. Mesmo o mais hipócrita dos comunistas, discursando em favor da "democracia", sabia perfeitamente a nuance discretamente subentendida nessa palavra, isto é, sabia que não lutava por democracia nenhuma, mas pelo comunismo cubano e soviético, segundo as diretrizes da Conferência Tricontinental de Havana.

Passada uma geração, tudo isso se apagou. A juventude, hoje, acredita piamente que não havia revolução comunista nenhuma, que o governo João Goulart era apenas um governo normal eleito constitucionalmente, que os terroristas da década de 70 eram patriotas brasileiros lutando pela liberdade e pela democracia.

No Brasil, a multidão não tem memória própria. Sua vida é muito descontínua, cortada por súbitas mutações modernizadoras, não compensadas por nenhum daqueles fatores de continuidade que preservam a identidade histórica do meio militar. Não há cultura doméstica, tradições nacionais, símbolos de continuidade familiar. A memória coletiva está inteiramente a mercê de duas forças estranhas: a mídia e o sistema nacional de ensino. Quem dominar esses dois canais mudará o passado, falseará o presente e colocará o povo no rumo de um futuro fictício. Por isto o site de Ternuma é algo mais que a reconstituição de detalhes omitidos pela mídia. É uma contribuição preciosa à reconquista da verdadeira perspectiva histórica de conjunto, roubada da memória brasileira por manipuladores maquiavélicos, oportunistas levianos e tagarelas sem consciência.

Se essa contribuição vem dos militares, bem, de quem mais poderia vir?


Olavo Luís Pimentel de Carvalho nasceu em Campinas, SP em 29/04/1947 é escritor, jornalista, palestrante, filósofo, livre pensador e intelectual, tem sido saudado pela crítica como um dos mais originais e audaciosos pensadores brasileiros, publica regularmente seus artigos nos jornais "Diário do Comércio", "Jornal do Brasil" e no site "Mídia Sem Máscara", além de inúmeros outros veículos do Brasil e do exterior. Já escreveu vários livros e ensaios, sendo que o mais discutido é "O Imbecil Coletivo: Atualidades Inculturais Brasileiras" de 1996, que granjeou para o autor um bom número de desafetos nos meios intelectuais brasileiro, mas também uma multidão de leitores devotos, que esgotaram em três semanas a primeira edição da obra, e em quatro dias a segunda. Atualmente reside em Richmond-Virginia, EUA onde mantém o site "Olavo de Carvalho" em português e inglês, sobre sua vida, obras e idéias. E-mail: olavo@olavodecarvalho.org



Publicado na Revista do Exército Brasileiro – Vol.144 – 3º Quadrimestre – Ano: 2005.