quarta-feira, 9 de setembro de 2009

ATIVIDADE CÍVICA – INDEPENDÊNCIA DO BRASIL.






Desfile Cívico Militar em Comemoração as festividades 169º aniversário da Independência do Brasil.

O município de Itaituba comemorou o 169º aniversário da Independência do Brasil, com o tradicional desfile cívico militar pela orla da cidade. A “ASSOCIAÇÃO DE VETERANOS” novamente se fez presente com um efetivo de um Pel (-), incorporado ao grupamento do 53ºBIS, nesse ano a primeira tropa a desfilar. Os veteranos uniformizados com o novo abrigo da entidade marcharam garbosamente, arrancando durante todo o percurso aplausos da população que lotava as arquibancadas e as laterais da pista de desfile. Participaram desse evento os seguintes militares: Oficial – Cap QAO Rfm Alfredo Cândido Castello Branco; Praças – 3ºSgt QE Res Antonio de Souza Leitão, Antonio José da Silva, César de Sousa Teles, Francisco José dos Santos, Lindomar José dos Santos, Manoel Valter Lopes dos Santos, Manuel José Farias Teixeira, Raimundo Teixeira Barata e Zilmo da Silva Guimarães; Cabos QE Res Francisco de Sousa Fontinele, Raimundo Nonato Jesus Damasceno Paz, Tiago Sima de Morais, Ubirajara Carvalho de Souza, Cabos Lic Milton César Barbosa Braz e Francisco das Chagas Cruz Bezerra; Soldados Ref Aparecido Genuíno Ferreira, NestorGonçalves, Raimundo Vieira da Silva, Soldado Lic Carlos Alberto Maciel da Silva e Edvaldo Marinho Pedroso. Morais Rodrigues, Raimundo José de Oliveira.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

ATIVIDADE CÍVICA - DIA DO SOLDADO.






Dia do Soldado - Formatura na caserna do 53ºBIS.


No último dia 28 o Cmdo do 53ºBIS, realizou no pátio Ten Aguiar, uma programação Cívico Militar da qual constou os eventos seguintes:

- Homenagem ao Patrono do Exército. Ainda pelas comemorações da data de nascimento (25 Ago), Luiz Alves de Lima e Silva, o “Duque de Caxias”, o Prefeito do Município ROSELITO SOARES e o Ten Cel Inf GUILHERME Comandante da OM, colocaram uma coroa de flores no busto do insigne Marechal.

- Entrega de Certificado. Aos três conscritos que nessa incorporação se destacaram como o “Melhor Atirador Combatente”, “Melhor Aptidão Física” e “Melhor Combatente de Selva”.

- Entrega de Medalhas. Mérito Militar, Mérito Amazônico, Corpo de Tropa e Marechal Osório, aos Oficias e Praças que satisfizeram os índices regulamentares para a sua habilitação.

- Compromisso do contingente incorporado. Os Cabos e Soldados incorporados no presente ano prestaram perante o Pavilhão Nacional o honroso compromisso de defender a Pátria.

Estiveram presentes a solenidade, além do Prefeito do Município, amigos do Batalhão, familiares e convidados dos militares e uma representação da AV/53ºBIS composta do Cap QAO Rfm Alfredo Cândido CASTELLO BRANCO; 3ºSgt QE Res Manoel Valter LOPES dos Santos, Manuel José Farias TEXEIRA, ZILMO da Silva Guimarães; Cabo da Res Raimundo Nonato JESUS Damasceno Paz; Sd Lic Carlos Alberto MACIEL da Silva e Edvaldo Marinho PEDROSO.

domingo, 6 de setembro de 2009

PARA CONHECIMENTO E REFLEXÃO.

“Sem Novidades no front”

Ternuma Regional Brasília

Gen. Bda Refo Valmir Fonseca Azevedo Pereira.

Este foi o título de um famoso filme sobre a Primeira Guerra Mundial, produzido em 1930, baseado no romance do escritor alemão Erich Maria Remarque, que retratava os horrores da guerra e a profunda indiferença da vida civil alemã sentida por muitos homens que retornavam das frentes de batalha.

Em combate, diante da cruenta realidade da guerra, os soldados viam esvair os seus ideais. O trágico drama apagara a sua euforia, a sua crença juvenil nas lutas gloriosas e nos atos heróicos. O desalento e a desilusão desabavam sobre o ânimo dos soldados.

A sombra da derrota e do fracasso estavam presentes, e os militares que retornavam do campo de batalha, eram cercados pelos civis em busca de notícias, de seus filhos, e dos entes queridos que lá lutavam, e dos avanços das tropas nacionais, que as rádios anunciavam como estrondosas vitórias de seus generais.

Mas, os pobres soldados, envergonhados de confessar a triste realidade, de desabafar os seus temores e as suas descrenças, incapazes de mentir, sem olhar seus interlocutores, às suas ansiosas perguntas, respondiam, simplesmente, “Sem novidades no front”.

No Brasil, “Sem novidades no front” se tornou gíria popular para se referir a uma ausência total de ação, em referência a falsa guerra na frente ocidental da Primeira Guerra Mundial.

A lacônica resposta encerrava, sem réplicas, um estado de espírito. Cortava, secamente, um diálogo indesejado. Evitava ao soldado, debulhar-se em lágrimas sofridas.

Em 10 de junho de 1999, como uma catástrofe anunciada, os militares passaram a ser, efetivamente, subordinados ao poder civil. Antes, pasmem, não eram.

Até àquela data, os militares usavam e abusavam. Não simpatizavam com os chefes, golpe. Se queriam melhores salários, golpe. Se ambicionavam mais regalias, golpe.

Basta recorrermos à História da Pátria para comprovarmos que eles, durante a sua trajetória, tornaram a Nação uma grande sinecura. Exorbitavam do poder, recebiam salários nababescos, deleitavam–se num manancial de mordomias, etc. Portanto, não sem tempo, era hora de acabar com a ignomínia.

Com o advento do Ministério da Defesa passou a existir “uma grande novidade no front”, e os militares atingidos em sua principesca existência, julgaram que seria de bom-tom, mimosear suas autoridades, na esperança de que adulados, tornariam menos severas suas duras medidas. Foram distribuídas medalhas, diplomas e afagos. Nada adiantou.

Depois, assumiram diversos Ministros da Defesa, e as dúvidas ecoaram, e a resposta, ordinariamente, era “Sem novidades no front”.

No 6º, muitas mudanças, muitos fogos de artifício, discursos, muitos arrochos, e veio a sua promoção a Marechal de Campo, com direito a farda e tudo o mais, e nós, já acostumados, continuamos a afirmar, “Sem novidades no front”.

Veio a END, alguns torceram o nariz, mas, se alguém solicitasse, a resposta seria a mesma, “Sem novidades no front”.

Nos anos seguintes, os recursos minguaram e, para piorar, foram contingenciados. O equipamento e o armamento sucatearam e, mesmo assim, um “bando” de altas patentes, em coro, bradou, “Sem novidades no front”.

Após os substanciais cortes no orçamento militar e a redução de 40% no efetivo a ser incorporado, anualmente, o coro continuou proclamando, “Sem novidades no front”.

Ao revanchismo cotidiano, à busca de ossadas, às odes aos terroristas, aos memoriais em homenagem aos anti - heróis, em memória de todos os atos e destemperos contra o estamento militar, quando alguém pergunta, ensaiados, respondemos a uma só voz, ”Sem novidades no front”.

Com a assessora da Ministra, prestes a assumir o cargo de juíza do STM, se indagarem aos demais juízes, mesmo que a contragosto, a resposta virá, “Sem novidades no Front”.

Por penúltimo, pois certamente, sempre haverá mais, o 6º Ministro, que não tem problema de enfrentamento, anunciou a nova Estrutura das Forças Armadas.

De idêntica forma, na Petrobrás, nos Correios, nos Ministérios, nas Autarquias, nas ONGs, no Judiciário, no Legislativo, nas CPIs, para qualquer lado, ou nicho que vasculhemos, mesmo em locais inimagináveis, os tentáculos do polvo partidário estão infiltrados, quando não aboletados. Se perguntarmos aos honestos, aos dedicados servidores, o que está acontecendo, a resposta será “Sem novidades no front”.

Por tudo isso, se alguém inquirir sobre o que pensamos a respeito, podemos retorquir, sem medo de ser feliz:

”Sem novidades no front”.

Fonte: Portal "Ternuma"

MANTENHA-SE INFORMADO - MD ACERTA COM A PREVIDÊNCIA.

Ministério da Defesa acerta com a Previdência.

Militares acertam com Previdência e regime especial de aposentadoria deve ter mudança

Os ministérios da Previdência e da Defesa já chegaram a um consenso sobre pelo menos três pontos da reforma da Previdência dos militares: o fim das pensões vitalícias para filhas de militares, o aumento do tempo de contribuição de 30 para 35 anos e o fim da contagem da academia militar como tempo de contribuição.

Na semana passada os dois ministérios se reuniram para mais uma rodada de conversas sobre a reforma. A idéia é manter os militares em um regime previdenciário diferenciado e corrigir distorções do atual sistema. A proposta já tem respaldo do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social que decidiu em reunião neste dia 25, por consenso, enviar para o presidente Luis Inácio Lula da Silva a proposta de manter o regime previdenciário especial dos servidores militares.

O grupo pronunciou-se consensualmente que a função militar é uma função exclusiva de Estado e que precisa de um regime específico de “previdência”, afirmou o secretário geral do Conselho, ministro Tarso Genro. No entanto, as indicações do Conselho têm caráter consultivo e, portanto, a decisão caberá ao presidente Lula. Segundo o Ministério da Previdência, o déficit previsto no regime dos militares alcançará R$ 11 bilhões em 2014. Desse total, R$ 5 bilhões são relativos a pensões. Hoje, os militares que ** ingressaram na carreira até 2000 têm o direito de deixar para suas filhas pensão vitalícia. Para os que entraram depois de 2000, também há esta possibilidade desde que o*> militar contribua com 1,5% de seu salário. Os militares já aceitam mudar essas regras, que ficariam iguais às atuais normas dos servidores e trabalhadores do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS): neste caso, os filhos terão pensão somente até os 21 anos.

Sobre o aumento do tempo de contribuição, a idéia é criar regras iguais para civis e militares: contribuição de 35 anos (homens) e 30 (mulheres) para se aposentar. A contagem do chamado tempo fictício de contribuição (período em escolas preparatórias ou academias militares que hoje é contabilizado como tempo de contribuição) também acabará. Neste caso, ou os militares contribuiriam de fato no período ou perderiam a contagem. A Previdência ainda deve insistir na idéia de igualar as contribuições de civis e militares.. Os militares passariam a recolher 11,5% e não 7,5%, como hoje.


sábado, 5 de setembro de 2009

MANTENHA-SE INFORMADO

Emoção no Senado.

Quem teve a oportunidade de acompanhar o discurso do senador Mão Santa do PMDB em homenagem ao Dia do Soldado, no dia de ontem, sem dúvida se emocionou profundamente.
De início, lembrou da gratidão como mãe de todas as virtudes, destacando com entusiasmo que havia sido agraciado com a Medalha do Pacificador, que apontava com devoção, presa ao seu peito, diante das câmeras.
Razão e coração, raízes da emoção na condução política e militar dos destinos do Brasil.
Foi uma oração sincera, pausada, que com honra e orgulho pelo galardão recebido - o único dentre os 81 senadores, como frisou - deu um passeio pela História homenageando nossos heróis soldados.
Enfatizou: "Somos felizes pelos militares que temos e vou defender a tese." ... os militares, no Império, garantiram a unidade deste País, comandados por Caxias, o militar, o Senador. Ele deixou um grande ensinamento para todos nós, que revivo: não humilhar os vencidos.
... nós não temos nada a ver com a história de Cuba; nada a ver com a história da Venezuela, de Chávez; nada a ver com os aprendizes; Correa, do Equador; Moralez da Bolívia; com o padre reprodutor do Paraguai; a Nicarágua e a confusão de Honduras.
... em nenhum instante, nem o Marechal Deodoro, nem o Floriano Peixoto - o Marechal do aço -, nem o Hermes da Fonseca, nem os cinco militares - atentai bem! -, porque o que caracteriza a democracia é a divisão de poder. ... Que o Executivo era forte, era forte. Mas existiu o Judiciário e existiu esta Casa.
...eu conheci Castello Branco pessoalmente. ... Ô homem de bem! Ô homem sério! Ô homem honrado o Castello Branco! Eu o conheci. O julgamento é meu.... As raízes dele são piauienses. Aquela Batalha do Jenipapo, que hoje é comemorada pelo Exército, foi ele que conheceu a luta dos bravos piauienses com os cearenses para expulsar os portugueses do solo brasileiro e garantir a unidade nacional a este País, que seria dividido em dois. Então, foi Castello Branco que mandou que aquele 13 de março fosse comemorado nacionalmente pelo Exército como uma batalha da unidade.
...Conheci Ernesto Geisel, ... Ô homem austero, sério, correto! Eu o conheci.... E conheci João Batista Figueiredo. ... na minha psicologia, que sou médico, um grande homem, um homem de bem, um idealista, um militar. Deram uma missão para ele: "Vai lá e faz a abertura", o Geisel disse. Era como se dissesse para ele: "Vai para o Haiti", e ele ia; "Vai para o Iraque", e ele iria. Ele era militar. Mas puro. Cidadão de bem, honrado.
O que é a democracia? No meu entender, e entendo bem, aqui é o lugar para se dizer que somos os pais da Pátria. A democracia é a divisão de poder. Teve. E alternância de poder. Que eles fizeram eleição indireta, fizeram. Que eles se alternaram, se alternaram. Isso é o que caracteriza uma democracia. E o do Piauí foi considerado. Petrônio Portella, a sua luz, o homem convocado para ser Presidente, o primeiro civil, a anistia, Ministro da Justiça, um ícone da redemocratização, Presidente desta Casa por duas vezes.
...Vinte anos de mando, nenhuma indignidade, nenhuma imoralidade, nenhuma corrupção....E todos, todos deram ensinamento. O Sr. Deodoro, o Sr. Floriano Peixoto, o Dutra - que eu vi, tinha nascido. Que ensinamento belo! ... ele entrou no lugar do Getúlio. Só um quadro para mostrar o ensinamento dos militares a nós. Muito oportuno e atual para esses aloprados que estão aí a assaltar este País. Dutra, no apagar do seu governo, eleito Getúlio, voltando nos braços do povo, chamou o genro e disse: "Veja uma casa para eu morar". Entregou a faixa, entrou no carro do genro. Aí, era um sobrado grande. Ele parou e não quis adentrar. Disse: "Não tenho dinheiro para pagar essa casa. Como você faz isso?". O Marechal Dutra, ex-ministro da Guerra, ex-Presidente, sentiu que não tinha. Aí o genro disse - e esta é uma passagem bonita -: "General, Marechal, você pediu que eu resolvesse o problema. O senhor não vai pagar. Foi um amigo seu que lhe emprestou, nesta fase de transição". Então, saiu nessas condições o Marechal.
São essas homenagens que eu quero dizer. E não bastava isso tudo, esses ensinamentos, por aqui passaram brilhantes militares. Caxias foi Senador.
Quem não tem saudade de Jarbas Passarinho, que ainda vive, Senador, cinco vezes Ministro deste País. Virgílio Távora, lá do Ceará,... Exemplos deles.
Então, queremos encerrar manifestando os agradecimentos de todos nós brasileiros pela seriedade daqueles homens, eles são o povo, eles são filhos de famílias, como nós, os militares, e têm competência para entrar no terceiro ano.
Analise o que é o ITA, em que sonhei entrar, o Instituto de Tecnologia da Aeronáutica, a Embraer, a Marinha e o nosso Exército, além das missões de segurança, os inúmeros Batalhões de Engenharia a construir neste País. Lá no meu Piauí tem dois Batalhões de Engenharia. Mas o mais importante eles sempre garantiram, que foi manter hasteada esta Bandeira, com a mensagem positivista "Ordem e Progresso", isso que sonhamos para o nosso Brasil.
E agradecemos a participação das três Forças Armadas, que hoje foram homenageadas no Senado. ..."

Fonte: Portal Ternura (Emoção no Senado - Ernesto Caruso)


sexta-feira, 4 de setembro de 2009

MANTENHA-SE INFORMADO - SAIBA ESCOLHER SEUS CANDIDATOS.

Pequena biografia de Dilma

Amigos,


Vejam o risco que corremos. Mas, sua vida e os fatos que envolvem várias mentiras, hão de ser devidamente esclarecidos, e o País escapará deste desastre.


O pai dela - Pétar Russév (mudado para Pedro Roussef) -, filiado ao Partido Comunista búlgaro, deixou um filho (Luben) lá na Bulgária e veio dar com os costados em Salvador, depois Buenos Aires e, ao fim e ao cabo, fez negócios em São Paulo.

Encantou-se com a professorinha de 20 aninhos, Dilma Jane da Silva (rica filha de fazendeiro), e com ela casou e viveu em Belo Horizonte, tendo três filhos: Igor, Dilma - a guerrilheira - e Lúcia. Igor morreu em 1977.

Era uma família "bon vivant", com casa enorme, três empregadas, refeições servidas à francesa, com guarnições e talheres específicos. Tinham piano e professora particular de francês. Dilma entrou primeiro numa escola de freiras - Colégio Sion - e, depois, no renomado Estadual Central.

Nas férias, iam de avião para Guarapari-ES e ficavam no Hotel Cassino Radium. Dilma, ainda jovem, entrou para o POLOP - Política Operária - e depois mudou-se para o COLINA - Comando de Libertação Nacional -. Apaixonou-se e casou-se com Cláudio Galeno Linhares, especialista em fazer bombas com os pós e líquidos da farmácia de manipulação do seu pai.

Sua primeira aula de marxismo foi-lhe dada por Apolo Heringer e, pouco depois, estava em suas mãos o livrinho: "Revolução na Revolução", de Régis Debray, francês que mudou-se para Cuba e ficou amigo do Fidel e mais tarde, acompanhando Guevara, foi preso na Bolívia.

Aos 21 anos, Dilma partiu para o RJ a fim de se esconder dos militares, após o frustrado assalto ao Banco da Lavoura de Sabará. No Rio, ainda casada, apaixonou-se por Carlos Franklin Paixão de Araújo, o chefe da dissidência do Partidão; então, chegou, de chofre, e disse para o marido: "Estou com o Carlos!".

Carlos vivia antes com a geógrafa Vânia Arantes e, sedutor, já havia tido outras sete mulheres, aos 31 anos de idade. Com ele, Dilma participou da fusão COLINA/VPR (esta do Lamarca), que deu origem, em Mongaguá, à Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares, cujo estatuto dizia:

Art.1º - A Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares é uma organização político-militar de caráter partidário, marxista-leninista, que se propõe a cumprir todas as tarefas da guerra revolucionária e da construção do Partido da Classe Operária, com o objetivo de tomar o poder e construir o socialismo."

Foi em Mongaguá, litoral paulista, que se traçou o plano da "Grande Ação", que se deu em 18 de julho de 1969, com o assalto e roubo do cofre da casa da amante do Ademar de Barros, em Santa Teresa/RJ, que rendeu-lhes 2,5 milhões de dólares, cofre aberto em Porto Alegre, a maçarico, pelo metalúrgico Delci.

Mas a organização se dividiu entre "basistas" - que defendiam o trabalho das "massas" e junto às "bases", e os "militaristas", que priorizavam a imediata e constante luta armada comunista.


A disputa pelo butim dolarizado foi ferrenha! Dilma era chamada de "Joana D'Arc da subversão". Então foi para São Paulo onde dividia um quarto com Maria Celeste Martins, hoje sua assessora imediata no Planalto.

Dedurada por José Olavo Leite Ribeiro - mantinha com ela três contatos semanais -, foi presa, armada, em um bar da Rua Augusta, juntamente com Antônio de Pádua Perosa; depois, entregou à polícia seu amigo Natael Custódio Barbosa.

Enquanto isso, o Carlos Araújo teve um romance tórrido com a atriz Bete Mendes, da TV Globo. Dilma saiu do presídio em 1973 e foi para Porto Alegre, reatar com o marido infiel. Mas hoje, Carlos Araújo mora sozinho com dois vira-latas (Amarelo e Negrão), numa casinha às margens da lagoa do Guaíba, em Porto Alegre.

Ele tem enfisema pulmonar e está com 71 anos. Diz que é feliz, mesmo a ex-esposa sendo Ministra e candidata do apedeuta/fronteiriço à Presidência da República.

Eis aí uma "síntese/sintética/resumida" da vida da Dilminha que, logo....logo...será apresentada pelo Lula como a "da paz e do amor".

Quem sabe, antes, possa dar tempo de dar uma chegada a um "Camp Quest" qualquer, dawkinsiano por certo, para, cética e racionalmente, ficar com a "mente ainda mais aberta", em cursilho prepararatório para a Presidência da República.

E em se tratando deste povinho brasileiro (batuque, bola, bolsa e bunda), tudo pode se esperar, infelizmente.


quarta-feira, 2 de setembro de 2009

MANTENHA-SE INFORMADO. Casseta e Planeta e os Deputados.

Câmara se queixa do 'Casseta & Planeta'.

O Globo (Brasília):

Pressionada por deputados, a Procuradoria da Câmara vai reclamar junto à Rede Globo pelas alusões feitas no programa 'Casseta & Planeta' exibido terça-feira 25 Ago p.passado.
Os parlamentares reclamaram especialmente do quadro em que foram chamados de 'deputados de programa'. Nele, uma prostituta fica indignada quando lhe perguntam se ela é deputada?

O quadro em que são vacinados contra a 'febre afurtosa' também provocou constrangimento.

Na noite de quarta-feira, um grupo de deputados esteve na Procuradoria da Câmara para assistir à fita do programa. Segundo o procurador Ricardo Izar (PMDB-SP), duas parlamentares choraram-coitadinhas. Izar se encontrará segunda-feira com representantes da emissora, para tentar um acordo, antes de recorrer à Justiça.

O presidente da Câmara também se disse indignado: - O programa passou dos
limites. "Eles têm talento suficiente para fazer graça sem desqualificar a instituição" (que instituição???), que garante a liberdade para que façam graça.

O diretor da Central Globo de Comunicação, Luís Erlanger, disse que a rede só se pronuncia sobre ações judiciais, depois de serem efetivadas.

Os humoristas do Casseta & Planeta não quiseram falar sobre o assunto, dizendo não querer 'dar importância à concorrência'.


NOTA DE ESCLARECIMENTO

'Foi com surpresa que nós, integrantes do Grupo CASSETA & PLANETA, tomamos conhecimento, através da imprensa, da intenção do presidente da Câmara dos Deputados de nos processar por causa de uma piada veiculada em nosso programa de televisão'. Em vista disso, gostaríamos de esclarecer alguns pontos:

1. Em nenhum momento tivemos a intenção de ofender as prostitutas. O objetivo da piada era somente de comparar duas categorias profissionais que aceitam dinheiro para mudar de posição.

2. Não vemos nenhum problema em ceder um espaço para o direito de Resposta dos deputados. Pelo contrário, consideramos o quadro muito adequado e condizente com a linha do programa.

3. Caso se decidam pelo direito de resposta, informamos que nossas gravações ocorrem às segundas-feiras, o que obrigará os deputados a 'interromper seu descanso.'

Equipe do Casseta & Planeta.